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Juliana Paes
Com a sensualidade ingênua de Marilyn Monroe, as curvas latinas de Sophia Loren e um carisma irresistível, a atriz conquista, pela segunda vez na década, o título de mulher mais sexy do ano

POR ANA CAROLINA SOARES E SIMONE BLANES FOTOS MIRO

"Ser bonita me abriu portas, mas tive que batalhar muito, cavar oportunidades para mostrar que podia ser uma bela atriz e não uma mulher bonita com pretensões de ser atriz"

Maiô de paetês ADRIANA DEGREAS Paletó GLÓRIA COELHO Gravata ACERVO STYLIST Meia-arrastão TRIFIL Sandália AREZZO

EM JULIANA PAES A SENSUALIDADE não é planejada, inventada ou construída. Ela simplesmente é assim. Uma mulher bem brasileira com formas e curvas todas muito bemvindas. Juliana gosta da vida e não economiza em risadas. Quando abre o sorriso, sua boca vira atração principal e dá vontade de rir com ela. No entanto, de perto, é fácil descobrir que seu maior poder está no olhar.

Quando estão abertos, são como faróis. Mas, ela fica também linda quando os deixa semicerrados, ou olha assim de cantinho, quase desconfiada. Juliana sabe olhar até de olhos fechados. Tudo dela é espontâneo, quase ingênuo. "Eu tenho isso. Quem me falou foi o Gilberto Braga. Ele me disse para não querer tirar essa sensualidade de mim porque era meu. Naquele momento, foi uma libertação.

Um mundo novo que se abriu para mim. Depois, nunca mais tive vergonha de estar bonita e ser sensual", diz ela. Juliana nasceu para ser estrela. Foi uma personagem forte e determinada que a inspirou na adolescência quando sentiu vontade de ser atriz pela primeira vez. "Eu me projetei em Scarlett O'Hara na cena em que ela dá a volta por cima e tira as cortinas para fazer um vestido", lembra. Como a personagem mais célebre de Vivien Leigh, em E o Vento Levou (1939), Juliana é guerreira.

Começou a carreira na Rede Globo em 2000, no papel da empregada Rita, em Laços de Família. Ao longo da trama, a personagem cresceu e Juliana apareceu. Desde então, foram inúmeros papéis na tevê. Neste ano, ela foi escalada para sua primeira protagonista de uma trama no horário nobre - Maya, em Caminho das Índias -, e divide com Raj, interpretado por Rodrigo Lombardi as cenas de maior audiência.

Nos bastidores da sessão de fotos, que aconteceu em São Paulo, a sintonia entre os atores, que se conhecem desde 2006 quando trabalharam juntos em Pé na Jaca, é evidente. Trocam apelidos, piadas e dão boas risadas. Com os bons ventos profissionais e comemorando um ano de casamento com o empresário Carlos Eduardo Baptista, em setembro, a atriz, de 30 anos tem motivos para sorrir. "Gente, será que estou na minha melhor fase?", brinca. Com os holofotes apontados para ela, Juliana fala sobre cinema, família, casamento, filhos, carreira e, claro, sensualidade.

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