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Os Mais Sexy Da Década
De Gisele a Juliana, De Santoro a Lombardi, Os 10 Anos De Escolhas Dos Personagens Que Contam, Através Da Beleza e Da Sensualidade, a História De Nosso Tempo

SILVIANE NENO

NOS ANOS 50 HOUVE AS CURVAS de Marilyn Monroe, cuja foto nua, deitada de lado em fundo vermelho, marcou uma geração. Logo depois, veio Brigitte Bardot, um mito criado por Deus e pelo marido, Roger Vadin. Dizia-se, nos anos 60, que a atriz era mais importante para a balança comercial francesa que as exportações da indústria automobilística do país. Marilyn e Bardot, dois dos maiores mitos femininos da história, retratos de seu tempo, provam que estética e cultura andam de mãos dadas. Pode-se interpretar o cotidiano de uma sociedade através da beleza. Troque-se as duas estrelas por nomes como James Dean e Marlon Brando, e dá-se o mesmo fenômeno. Umberto Eco, em História da Beleza, resumiu o que muitos tentaram explicar de modo mais complexo. “Belo – junto com gracioso, bonito ou sublime, maravilhoso, soberbo e expressões similares – é um adjetivo que usamos frequentemente para indicar algo que nos agrada. Parece que, nesse sentido, aquilo que é belo é igual àquilo que é bom.

O belo e o bom, eis o resumo dos 10 anos da trajetória das edições dos mais sexy de Gente. De Gisele a Juliana, de Santoro a Lombardi, narra-se um pedaço de nosso tempo por meio da graça desses personagens. É um País talvez menos ingênuo, mais aberto ante a explosão da internet. Já não há muito o que esconder no cotidiano das redes de relacionamento, YouTube, Twitter e Facebook. Todos veem e são vistos. Não seria exagero dizer que hoje, no Brasil e no mundo, ser sexy é mais difícil do que antes. Não é fácil ser Marilyn ou Bardot, Dean ou Brando. É disputa de quem possui de fato algo a mais, talvez uma luz diferente. E, como escreveu Maiakóvski num de seus mais belos poemas revolucionários: “Gente é pra brilhar.”

Foto ANDRÉ SCHILIRÓ

 

 

 

 

2000

GISELE BÜNDCHEN

Aos 20 anos, Gisele já era Gisele. fenômeno internacional, ela tinha deixado nova horizontina (rs), havia 3 anos. em setembro de 2000, posou para a capa da Rolling Stone, revista americana que tinha por tradição não trazer modelos na capa. até então, a exceção fora Cindy Crawford, em 1994. mas por Gisele valia quebrar a regra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto ANDRÉ DURÃOS

 

 

2001

LUMA DE OLIVEIRA

2001 foi o ano dela. Luma não trabalhava na tevê havia mais de 10 anos, mas bastou chegar o carnaval e ela, de novo, levantou as arquibancadas. três meses depois, aos 36 anos, posou nua pela primeira vez, após o casamento com Eike batista. provocou polêmica e notícia o ano todo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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