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A hora de Fernanda
A atriz, que despontou em Tropa de Elite e hoje brilha como vilã na novela das sete, conta como a adolescente gordinha se transformou numa das mulheres mais desejadas do País

Texto: Macedo Rodrigues Fotos: Alê de Souza

Macacão jeans Giulia Borges, camisa Atten e cinto Cori
Camisa Issa para Alberta, jeans Berlim para Jeans Hall e cinto Patricia Viera

No muro das lamentações dos atores uma das queixas mais repetidas é aquela que diz "não consigo fazer teatro ou cinema" por conta dos horários espartanos das telenovelas.

Pode ser difícil, mas não é impossível. Dona de uma das carreiras de maior ascensão na rede Globo, Fernanda Machado consegue transitar com brilho por novelas, teatro e cinema, sem chororô ou crises. em março de 2006, por exemplo, ela encerrava Alma Gêmea , na televisão, e, dois meses depois, vivia nos palcos uma elogiadíssima Selminha, numa montagem de O Beijo no Asfalto, que perdurou até o momento em que a atriz comovia como a sofrida Joana de Paraíso Tropical na telinha, e brilhava como a universitária Maria, no campeão de bilheteria Tropa de Elite, ambos em 2007.

Hoje, aos 28 anos, mais uma vez apontada como um dos pontos altos da bem-sucedida Caras Bocas ,de Walcyr Carrasco, Fernanda , estará de volta aos cinemas ainda este ano, antes de a novela acabar, no filme Amanhã Nunca Mais , que , gravou simultaneamente à novela das sete, em março.

Trata-se do primeiro longa do publicitário Tadeu Jungle e nele Fernanda tem papel de destaque, interpretando a mulher do protagonista, vivido, por Lázaro Ramos. "É uma história superbonitinha, de um casal classe média em crise. Amei fazer. nunca tinha trabalhado com o Lázaro e ele é genial. Além disso, gostei da minha personagem, uma mulher comum, uma mulher possível. Acho que o filme ficou bem bacana", avalia.

E não é só isso. Agora mesmo, ela estuda a possibilidade de conciliar o final das gravações de sibilidade Caras Bocas com as de um filme que começará a ser rodado em outubro ou novembro. "É um papel maravilhoso, mas não posso adiantar nada", diz a atriz que, no entanto, foi obrigada a adiar o projeto de dividir o palco com o colega Malvino Salvador no mesmo período, porque a novela que acabaria em outubro foi esticada até janeiro.

Para compensar, a atriz já está escalada para uma produção desafiadora, ainda em fase de captação. Assim, se tudo der certo, em breve Fernanda terá a missão de interpretar um travesti no palco. "Fiz anos de teatro, amo teatro. e têm surgido longas superbacanas... Minha ideia é a de sempre passear pelos três veículos, porque os três me dão prazer. se tenho um bom personagem, vou estar feliz."

A trajetória da atriz é elogiada por sua empresária Fernanda ribas, que a viu atuar pela primeira vez em Curitiba. "ela é sinônimo de dedicação, intuição e disciplina." Ao falar da carreira, Fernanda se remete aos seus 13 anos, quando era a típica menina gordinha, com característicos sentimentos de rejeição, um pouco agravados, talvez, pelo fato de querer ser bailarina: "ser mais cheinha no balé é um desastre e eu me achava excluída.

Para piorar, minhas duas amigas, magras, já tinham beijado os carinhas e eu não conseguia beijar ninguém. Para eles, eu era apenas a amiga gente boa, a divertida, a simpática", lembra. "Acho que acabei parando no teatro por causa desse sentimento de patinho feio. O teatro acolhe os rejeitados", dramatiza, fazendo graça. Como em uma fábula, de um dia para o outro, de acordo com ela, sem dieta, bulimia ou razão aparente, Fernandinha começou a regredir no manequim.

Antes de completar 14 anos, havia subtraído nove quilos de seu peso e, sem se dar conta, começou a arrastar olhares de cobiça por onde passasse. "Demorei a notar, mas, quando percebi, tomei um susto. Que coisa incrível! Estava sendo notada pelos garotos mesmo calada, sem fazer palhaçada. Gostei tanto dessa situação que deixei de ser simpática e divertida. Pensava: pô, que legal, ser notada sem ter que abrir a boca", diz, aos risos.

A fase, porém, pouco durou. Esgotado o entusiasmo de fazer o tipo enigmática e entediada, preferiu voltar a ser ela própria. "Descobri que gostava mesmo era de conversar e ser simpática. Essa coisa de ficar calada não era para mim. Passei, então, a ser a simpática que era bonitinha também. E aí vi que essa combinação dava supercerto", divertese a intérprete de Laís, na novela Caras & Bocas, com uma entonação maliciosa na voz.

''Ele sacou que minha família era importante. E quando minha mãe veio para cá, ele ficou superamigo dela. Aí eu pensei: pronto, esse cara está me ganhando"
sobre o namorado Marcelo Faustini

Fernanda garante que não saiu correndo atrás do prejuízo, querendo beijar todos os meninos, como a maioria das pré-adolescentes fariam hoje, e seus amigos e amigas já faziam. "Me apaixonei por um garoto que acabou namorando outra menina e fiquei curtindo aquela paixão platônica. Era que eu já gostava do ser humano, de me relacionar, de trocar, namorar...

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