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Casa
A cara da dona
Perto do trabalho e dos filhos, a arquiteta CAROLINA MALUHY reproduziu na morada, em São Paulo, muito do seu estilo de viver

Silviane Neno FOTOS Juca Rodrigues/Ag. IstoÉ

Na sala principal, o sofá foi desenhado por Carolina. O tapete iraniano é da BY KAMY. Acima do sofá, quadros de Wesley Duke Lee. No canto, o cocar emoldurado foi presente da amiga CRIS BARROS. Ao lado, a estante mutante projetada pela arquiteta. Os macaquinhos simpáticos são da Conceito Firma Casa

HÁ UM ANO, a arquiteta Carolina Maluhy vive na ponte aérea Londres - São Paulo. O motivo das milhas acumuladas e da mudança de vida pode ser explicado pelo carrinho de brinquedo estacionado bem no meio da sala de estar. Desde o nascimento de Gregório, seu filho de seis meses, ela se divide entre as residências da família no Brasil e na Grã-Bretanha, onde trabalha o marido, Niccolo. Mas é na casa no bairro do Jardim Paulistano, em São Paulo, que ela imprimiu muito de seu estilo quando se trata de design de interiores.

Carolina trabalhou durante muitos anos no escritório de Isay Weinfeld - um dos grandes nomes da arquitetura moderna, e aprendeu com ele a valorizar as linhas retas, rigorosas, porém, incorporadas a ambientes vivos. São casas projetadas a partir de um olhar de esteta, mas sobretudo com jeito de quem mora ali. Como o mestre, Carolina conhece a importância dos detalhes, mesmo os que estão aparentemente escondidos.

É esse rigor, e a pegada sofisticada e moderna, que tem feito de Carolina, aos 33 anos, uma das preferidas da turma jovem e rica de São Paulo. É dela, por exemplo, o projeto da loja de Cris Barros em frente ao Hotel Fasano. Filha e neta de artistas plásticos, Carolina cresceu treinando o olho para reconhecer o valor de uma obra de arte. Graças às amizades de família, ganhou de presente muitas das obras que hoje compõem seu tesouro particular como o conjunto de quadros de Wesley Duke Lee que ocupa praticamente toda a parede acima do sofá na sala principal. Há também duas obras de Ivald Granato, presente de casamento do próprio para Carolina.

Da bisavó, ela herdou outra preciosidade: uma geladeira Frigidaire, sempre abastecida com cerveja e champanhe, xodó dos amigos que frequentam a casa. Ao lado do refrigerador, Carolina projetou uma estante com prateleiras de 5 cm de espessura. É ali que ela se diverte sempre mudando objetos, formando pequenos grupos que conversam entre si. Os móveis foram garimpados um a um em antiquários no Brasil e na Itália, onde Carolina também estudou arquitetura. Há ali uma atmosfera jovem com perfume retrô, como nas poltronas pés de palito e na mesa de jantar adaptada para o enorme banco de madeira que já pertencia à casa.

Apaixonada por tecidos e mantas, Carolina gosta de jogá-las em cima de sofás, poltronas e camas. As enormes janelas de vidro das salas descortinam um jardim agradável onde apenas um catre com almofadas coloridas disputam com o verde. É o projeto de um jardim futuro que Carolina já tem na cabeça. Sim, dentro de alguns meses a família muda de novo, desta vez para uma casa maior, talvez a definitiva, com um enorme jardim como ponto de partida. Será o início de uma vida nova para a trupe cosmopolita e irrequieta. Vão junto os móveis, os quadros, os livros, os tapetes, os brinquedos, as fotos, as lembranças e, claro, a inseparável geladeira azul-menta da vovó

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