- Anuncie
- Assine

 
 
 
Carreira // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 

 


A Big Apple de Erika Mader
A atriz e apresentadora deixa o conforto da casa dos pais no Rio para morar sozinha pela primeira vez em Nova York e conta como dribla a saudade do namorado

Bruno Deminco

Fotos: Murillo Constantino/Ag. IstoÉ e Divulgação
A atriz veio ao Brasil lançar seu novo filme Apenas o Fim
Fotos: Murillo Constantino/Ag. IstoÉ e Divulgação
“Dá para manter quando existe amor”, diz sobre o namoro a distância com o músico Pedro Carneiro

NO FILME APENAS O FIM, que estreia em circuito nacional providencialmente na sexta-feira 12, Dia dos Namorados, Erika Mader vive uma história de amor. Depois de uma súbita necessidade de mudança, a personagem decide colocar um ponto final no longo namoro e vai embora. A atriz não perde a chance de uma brincadeira e traça um paralelo entre seu destino na ficção e sua própria vida. “Ela agora mora em Nova York e apresenta o Lugar Incomum”, divertese. As coincidências entre Erika e a personagem, ambas da mesma geração, param por aí. Ao contrário da garota do filme, quando a atriz de 23 anos descobriu que substituiria Didi Wagner no programa do canal Multishow e se mudaria para Nova York, não pensou em nenhum momento em terminar o namoro de três anos com o músico Pedro Carneiro. “Ela é uma romântica enrustida, que prefere guardar as coisas e mostrar uma casca de tartaruga. Mas por dentro é molinha, então você tem que quebrar para chegar ali”, diz, sobre a personagem. “Eu não sou assim, sou mais gelatina, romântica”, compara.

Quando deixou a casa dos pais no bairro carioca da Gávea, em janeiro, para morar sozinha pela primeira vez numa das maiores cidades do mundo, Erika levou o namorado a tiracolo. “Mas ele teve que voltar logo para trabalhar”, lamenta. Conversas via Skype e até um plano telefônico que faz ligações de graça para o Brasil são algumas artimanhas para driblar a saudade. Mesmo com as facilidades da tecnologia, a atriz e apresentadora tem consciência de que só um fator é responsável por eles continuarem juntos. “Dá para manter quando existe amor”, enfatiza.

Mas, quando não pode curtir o amor de perto, a atriz encontra outras maneiras para aproveitar e desbravar Nova York. Ao andar pelas ruas da Big Apple, ela encontrou um de seus restaurantes preferidos na cidade. O pequeno Freemans fica escondido no final de um charmoso beco do Lower East Side. Com decoração retrô, pouquíssimos lugares e cardápio exclusivo, os clientes comem à meia-luz com lanternas vintage oferecidas pela casa. Apesar da atmosfera romântica, Erika levou os pais, a irmã e o sobrinho para conhecerem o lugar. “Eles ficaram dez dias comigo, foi uma delícia chegar em casa depois do trabalho e curtir a companhia deles.” Mas foi o sobrinho pequeno o responsável pelo programa familiar mais divertido da temporada. “Fomos assistir ao musical do Shrek”, conta.

1 | 2 | Próxima >>



Copyright © 2009 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS