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Heróis
Qualidade das cenas de ação e dos efeitos especiais não esconde as deficiências do roteiro

Divulgação
Chris Evans e Dakota Fanning são seres superpoderosos que tentam escapar de uma agência de espionagem

Heróis, o filme, guarda poucas semelhanças com a série Heroes. A única coisa em comum são os personagens com superpoderes. Se na tevê os mutantes se unem por obra do destino, ao descobrir que podem prever o futuro ou se teletransportar, formando um grupo que tem de salvar Nova York, no filme, eles sabem desde crianças do que são capazes e têm outro tipo de "missão". Dirigido por Paul McGuigan (Xeque- Mate), o longa-metragem parte de um fato histórico: em 1945, pouco antes do fim da Segunda Guerra, os nazistas, depois seguidos por americanos e soviéticos, começaram a tentar manipular mentes humanos usando informações de estudos sobre paranormalidade.

Assim, temos Kira (Camilla Belle), Nick (Chris Evans) e Cassie (Dakota Fanning), jovens americanos que precisam fugir de uma agência clandestina do governo dos Estados Unidos, situada em Hong Kong, que tenta fazer deles armas humanas em uma trama de espionagem. Kira é sequestrada e os outros dois têm de salvá-la por uma razão especial e aprender a lidar com seus poderes. Cassie, por exemplo, tem apenas 13 anos e não entende direito as situações que prevê. Evans chama a atenção por sua boa atuação. Dakota, ótima atriz, mas já foi melhor em Amigo Oculto, e Camilla quase não tem falas. Os efeitos especiais são bons, assim como a trilha sonora e as cenas de ação. Um dos heróis do título não é tão bonzinho como aparenta e, em algumas situações, tem um comportamento duvidoso, escapando do maniqueísmo das HQ's. O roteiro, no entanto, é o maior problema da produção. É confuso inicialmente, melhora em seguida, garantindo o entretenimento, mas volta a decepcionar no final que não deixa claro o que realmente acontece com os personagens. (14 anos) Thaís Botelho

 



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