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30 coisas que você não sabe sobre Juliana Paes
As surpreendentes revelações da estrela que completou 30 anos e vive o auge da carreira como a protagonista da novela Caminho das Índias

TEXTO SIMONE BLANES FOTOS, CONCEITO E BELEZA ALÊ DE SOUZA

Camisa STA. EPHIGÊNIA sutiã PSEUDA saia ROBERTO CAVALLI para TWIGGY sandália MOSCHINO para AVEC NUANCE

"Mãe, eu nasci de parto normal?". Do celular, Juliana Paes pedia ajuda para a mãe, Regina Couto, logo no início da entrevista, para certificar-se de que aquela informação, entre outras que passava, era correta. Na outra linha, com a repórter, a atriz tentava lembrar de 30 curiosidades a seu respeito. Para ativar sua memória, foram formuladas cerca de 150 perguntas sobre seus 30 anos de vida, celebrados em 26 de março. Ela gosta de dizer que pinta sua vida como na música "Aquarela", de Toquinho e Vinicius de Moraes. "Sempre dou uma colorida nas lembranças e nas coisas que estão acontecendo. Eu sou assim e essa música sempre me tocou muito." Em três horas de conversa, ela contou, por exemplo, que os pais eram rigorosos com seu desempenho escolar. "Não tinha essa coisa de não estudar. Tirar nota baixa não era uma possibilidade". O pai, militar, e a mãe, professora, também faziam marcação cerrada com os namorados e as travessuras da adolescência. "Papai sempre me buscava nas festinhas." O tempo passou, e Juliana, ainda bem, mantém seu jeito de menina "palhacenta". Neste ensaio fotográfico, contudo, a atriz incorpora mais um personagem para as lentes do maquiador e amigo Alê de Souza: uma mulher de 30, uma autêntica balzaquiana. Conheça mais sobre a estrela que brilha como Maya na novela das oito, Caminho das Índias.

''Eu era uma menina muito espontânea, palhacenta. Não era bonita, mas chamava a atenção de todo mundo''

1 Na gestação de Juliana, muito bobó de camarão

Quando a mãe de Juliana, Regina, estava grávida da atriz, ela tinha um desejo recorrente. "Ela queria comer bobó de camarão direto", conta a estrela. Coincidência ou não, esse também é o prato favorito de Juliana. De preferência, acompanhado de suco de abacaxi ou caipirinha, suas bebidas prediletas.

2 A primeira travessura foi aos dois anos

A atriz mamou no peito até um ano e nunca chupou chupeta. Entre gargalhadas, Juliana conta que chegou a comer fezes quando tinha dois anos. "Estava no cercadinho e a fralda saiu do lugar. Fiz cocozinhos 'cabritinhos' e comi. Quando a minha mãe chegou, eu estava comendo aquelas bolinhas. É uma história bem inusitada", diverte-se.

3 É espírita e não quis fazer primeira comunhão

Juliana acredita em diversas crenças, mas considera-se espírita e gosta de ler tudo sobre o assunto. "Fui batizada, mas não fiz a primeira comunhão porque não quis. Minha busca é pela espiritualidade. Sou muito intuitiva", revela.

4 Roía as unhas de suas bonecas

Quando criança, Juliana não desgrudava do velotrol e do bebê de brinquedo. Vivia com os joelhos ralados e tinha mania de roer as unhas. "De tanto minha mãe dizer para tirar a mão da boca, comecei a roer os dedinhos da boneca", conta. Aos 13 anos, ganhou do pai, Carlos Henrique Paes, um brinquedo especial que guarda até hoje. "É um marinheiro que tem um desenho tão perfeito nos olhos, sempre com aquele olhar de despedida. Eu dava corda e ele rodava a cabecinha e tocava uma música triste. Eu tinha um xodó por aquele boneco e ninguém podia tocá-lo. Até hoje ele funciona perfeitamente."

5 Gostava de desenhar o Cascão

"Eu morava ao lado de uma galeria de desenho em Niterói (RJ), chamada Severus Arte Galeria. Tinha 7 anos e ficava enchendo meu pai que queria entrar no curso de desenho. Virei a mascote da galeria. Primeiro, aprendi a desenhar linhas e traços retos. Depois, quando podia escolher o desenho que ia fazer, sempre optava pelos da Turma da Mônica, que eram o que eu mais gostava, especialmente o Cascão." Juliana conta que a única coisa chata do curso é que ela ficava em um cavalete menor e todos que se levantavam para pegar uma água ou um café davam um tapinha na cabeça dela. "Eu estava desenhando, me desconcentrava, às vezes borrava meu desenho e isso me deixava brava. Eu me sentia uma profissional lá."

6 Trocou a mania de papéis de carta por sapatos

Como toda menina de sua geração, Juliana colecionava papéis de carta. "Eu tinha uma coleção enorme. Os que eu mais gostava eram os da Betty Boop. Lembro de sempre dizer que aqueles eu não trocava", diz. Hoje, coleciona sapatos, tem mais de 200 pares. "Tenho de todos os modelos, cores e tipos. Eu adoro, mas já passei apuros. Outro dia eu gravei uma matéria para o Fantástico e o salto da minha sandália novinha quebrou. Fiz de conta que nada aconteceu e fui até o fim na ponta do pé."

7 Emocionava-se com as músicas do Balão Mágico

Os discos da Turma do Balão Mágico, quarteto que tinha Jair Oliveira e Simony, não saía da vitrola da pequena Juliana. "As músicas me tocavam, me emocionavam. Tinha uma assim: Quando você chega na classe, nem sabe, quanta diferença que faz... (canta, referindo-se à música "Se Enamora"). Era muito fofa, tinha vontade de chorar. Eu já era dramática e ficava emocionada quando falavam de amigos e do 'lindo balão azul'", conta.

8 Achou que o ladrão que invadiu sua casa era um moço do bem

A atriz diz que era uma criança muito fantasiosa e não viu perigo durante um assalto em sua casa. "Eu estava tomando banho de mangueira com a minha irmã no quintal. Aí veio um cara assaltar mamãe, que estava grávida da minha irmã mais nova. Ele colocou um revólver na barriga dela. Só que eu, na minha visão de criança, não vi a arma. Só vi ele falando assim: 'Passa suas jóias'. Eu tive um pensamento de que o mundo iria acabar e ele estava recolhendo tudo que as pessoas tivessem de valioso para devolver depois que o mundo tivesse acabado. Lembro disso com uma clareza. Ele guardando as coisas que minha mãe tirava de um saquinho preto, e eu dizia: 'Mãe, ele vai devolver depois que acabar o mundo'. Eu sempre via tudo pelo lado cor-de-rosa. Para mim, não era um assaltante e sim um moço do bem que guardaria os pertences importantes."

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