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AÇÃO
Milagre em Sta. Anna
Em filme sobre a Segunda Guerra Mundial, o diretor Spike Lee fala sobre fé

O garoto é uma espécie de protetor dos soldados negros na história

PRIMEIRA CENA de Milagre em Sta. Anna mostra um senhor negro em frente à tevê assistindo ao filme O Mais Longo dos Dias (1962). O comentário dele é: "Nós lutamos essa Guerra também." Assim, Spike Lee, o diretor, mostra que os negros também estiveram na Segunda Guerra Mundial.

O senhor que vê o filme é Hector (Laz Alonso), um funcionário dos correios que, um dia, olha para um sujeito que vai comprar selos e lhe dá um tiro. A polícia encontra no apartamento dele a cabeça de uma estátua sumida desde a guerra. Preso, Hector recorda o período em que serviu o exército em uma missão na Itália e dos momentos que passou perdido com outros três amigos, todos negros. Um deles carregava a peça e encontrou um garoto que só falava coisas desconexas e que parecia realizar milagres.

O acaso conduz a história e mostra por que Hector ficou com a estátua, matou o homem e o que será dele após o julgamento. A história é longa (160 minutos) e são tantos os personagens que muitos deles se perdem, como o jornalista inexperiente que entrevista Hector na prisão. O que fica claro é que, além de mostrar que negros "também lutaram aquela guerra", há a fé. Fé de que o futuro não reserva preconceitos, de que um garoto faça milagres, de que uma cabeça de estátua faça um homem ficar invisível, de que haverá justiça. Spike Lee, quem diria, também tem lá o seu lado de autor de autoajuda. (14 anos) Aina Pinto

 



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