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Divã
Filme não inova, mas é benfeito e tem o seu melhor na atuação de Lilia Cabral

Reynaldo Gianecchini interpreta um dos namorados de Mercedes (Lilia Cabral)

MERCEDES É UMA SHIRLEY VALENTINE moderna. A personagem de Lilia Cabral em Divã, baseado no livro homônimo de Martha Medeiros e dirigido por José Alvarenga Jr., é uma mulher de seus 40, num casamento tranquilo e que, por curiosidade, procura um psicanalista. É o ponto de partida para uma reviravolta. Ela separa-se, tem casos com garotões, experimenta o que aparece pela frente. O melhor é que ela não é uma donade- casa careta que surta de repente. É descolada, inteligente, e a mudança se dá com a constatação de que ela pode mais e de que nada é simples.

O filme tem defeitos, como algumas piadas óbvias, e não tem nada de inovador. Mas é bom, benfeito. O que tem de mais notório é a força e a sutileza na atuação de Lilia, que já fez o mesmo papel no teatro. Se na tevê ela transforma qualquer personagem secundária em alguém interessante (casos de Catarina, de A Favorita, e Marta, de Páginas da Vida), aqui, como protagonista, está mais do que à vontade. Tem espaço, tem cenas para mostrar do que é capaz, tem o filme nas mãos. É a dona da história. (14 anos) Aina Pinto

 



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