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Os Delírios de Consumo de Becky Bloom
Jornalista endividada faz um alerta divertido sobre os perigos do cartão de crédito

 
A atriz Isla Fischer está ótima, mas os problemas de sua personagem são tratados de forma pueril

A FÚRIA COM QUE Rebecca Bloomwood segura os produtos que escolheu em uma liquidação de marcas famosas só se equipara ao impulso incontrolável que toma conta de Carrie Bradshaw em uma loja de sapatos. As duas consumidoras natas são jornalistas, moram em Nova York e nasceram nas páginas de livros femininos que viraram best-sellers. Mas enquanto a protagonista de Sex and the City mantém seus luxos como colunista, a estrela de Os Delírios de Consumo de Becky Bloom acumulou mais de 16 mil dólares em dívidas no cartão de crédito. Pior: tem sido perseguida por um cobrador, e a revista em que trabalha acaba de fechar. Esse pé na realidade é um dos maiores atrativos da adaptação de dois títulos-série sobre a compradora compulsiva, escrita pela inglesa Sophie Kinsella. Não espere, contudo, muita seriedade na crítica ao consumo em tempos de crise. Porque a alegria que emana do rosto da ótima Isla Fisher quando sua personagem se esbalda nas compras é contagiante.

O diretor P.J. Hogan é o mesmo de O Casamento do Meu Melhor Amigo e volta a unir comédia e romance nesta trama em que Becky tenta realizar o sonho de escrever para sua revista de moda preferida, mas acaba como colunista em uma publicação de finanças. E não podia pedir por um editor mais charmoso que o vivido por Hugh Dancy. As sessões de terapia em grupo com outros consumistas compulsivos e Becky em ação nas lojas rendem as melhores cenas. É pena que o enredo siga uma fórmula e seja previsível até o fim. Isla tem o tino do humor físico, mas a personagem é de uma burrice irritante. Seus problemas são reais e atuais, porém tratados de forma pueril. É um filme agradável, para ver e esquecer. (Classificação Indicativa: a conferir) Suzana Uchôa Itiberê

 



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