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O dono do baile
O ator Rodrigo Penna revela por que a festa que organiza é a preferida das celebridades

TEXTO MACEDO RODRIGUES FOTO DANIELA DACORSO/ AG. ISTOÉ

"Lá, tudo acontece, beijo na boca, pegação, novos casais, separações. Tem mulher que rouba o homem da outra e homem que rouba a namorada do outro. E não quero flashes disparando em cima dos meus amigos", diz com franqueza o ator Rodrigo Penna, idealizador e DJ do Bailinho, a festa mais badalada pelas celebridades no Rio. Para que os convidados famosos fiquem à vontade, Penna não consente a entrada de fotógrafos e repórteres no salão de eventos do Museu de Arte Moderna do Rio, para onde a concorrida festa dominical migrou desde o verão. Foi no Bailinho, por exemplo, que formou-se o par romântico, já desfeito, Luana Piovani e o empresário Felipe Simão.

Para Rodrigo, Luana é a rainha do Bailinho. "Ela não perde nenhuma edição, vai a todos, já tocou duas vezes como DJ, conhece todo mundo, dança, se diverte e pede músicas. É uma parceira muito querida", elogia o ator e DJ, que durante a entrevista almoçava com Felipe Simão. "Felipe quer se associar à gente para levar a festa para Minas Gerais, fazendo uma edição em Belo Horizonte e outra em Ouro Preto", antecipou. No Rio, as festas estão momentaneamente suspensas. "Demos umas férias para o Bailinho no Rio, para que ele se reinvente e não morra." Por enquanto, na agenda só há uma edição programada, a segunda realizada em Brasília no domingo 5.

Distante da tevê, Rodrigo, 35 anos, ainda é um rosto conhecido, por conta de seus papéis em novelas como Top Model e Vamp, quando ainda era adolescente. Na idade adulta, os papéis foram minguando. "Não dava para viver como ator fazendo um Você Decide por ano", comenta. Em 1997, resolveu juntar duas paixões: teatro e música eletrônica, em performances que acabaram se transformando em grandes happenings entre seus amigos. Dez anos depois, surgia o Bailinho, que teve como primeiro cenário o restaurante Zazá Bistrô, em Ipanema. A festa só viria a bombar no Mistura Fina da Lagoa, entre dezembro de 2007 e fevereiro de 2008. Depois, viriam as edições no Lounge 69, uma casa com capacidade para apenas 250 pessoas, que aos domingos, Rodrigo conseguia colocar até 700 festeiros.

A migração para o Vivo Rio, no Aterro do Flamengo, serviu de escola para Rodrigo. Feita em parceria com os proprietários da casa, a diversão se desconfigurou. "No segundo domingo baixaram duas mil pessoas e tinha de tudo, 'pitboy', prostituta, patricinha, os caras do Pânico na TV! na porta, uma loucura." No seguinte, confusão, brigas e amigos queridos queixando-se e indo embora. A solução foi retirar a festa do local e mudar-se para o vizinho MAM, em janeiro deste ano, onde o Bailinho recuperou sua identidade de gente bonita, famosa - como Carolina Dieckmann, Rodrigo Santoro e Bruno Gagliasso -- e da paz. "Colocamos ingressos a R$ 100 como forma de selecionar mais o nosso público e deu certo", diz Rodrigo. O preço salgado é apenas para a minoria. "Temos uma lista amiga, que é 90% do nosso público, e só paga R$ 30." Era do Bailinho também a última namorada do ator, da qual já está separado. "Todo mundo se arranja. Minha festa tem essa finalidade também, de desencalhar os amigos", diverte-se o dono do baile.

"Lá, tudo acontece, beijo na boca, pegação, novos casais, separações", conta Rodrigo Penna

 



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