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Drama
Che - 1ª parte
No primeiro de seus dois filmes sobre o revolucionário, Steve Soderbergh mostra a Revolução Cubana de modo intimista

DIVULGAÇÃO
Benício Del Toro incorpora Che Guevara com precisão

BASEADO NOS DIÁRIOS e escritos de Ernesto "Che" Guevara, o Che que estreia na sexta-feira 27 é o primeiro de dois filmes feitos com a mesma equipe pelo diretor Steve Soderbergh, sobre a vida do carismático guerrilheiro. Originalmente intitulado Che - O Argentino, o longa narra o início da Revolução Cubana, enquanto o segundo filme (Che - A Guerrilha), mostra a tentativa de Guevara de repetir o feito cubano na Bolívia, cujo fracasso resultou na sua morte.

Embora os distribuidores falem em um filme com duas partes, e nos festivais onde circulou as duas tenham sido exibidas juntas (o que dava um total de pouco mais de quatro horas de duração), é preciso deixar claro que se trata de dois filmes distintos, com estilos narrativos e até fotografias diferentes. Além disso, os dois são independentes, com começo meio e fim, de modo que é possível ver um sem ter visto o outro. Por conta disso, serão lançados separadamente. Che - A Guerrilha está previsto para junho ou julho deste ano.

O diretor mostra a Revolução Cubana desde o início, dando ênfase ao seu lado idealista, utilizando uma fotografia ampla, em tom semidocumental (e um tanto didático), fazendo bom uso da mistura de cenas antigas com atuais. Para se ter uma ideia, no segundo filme a câmera é mais fechada e quase sempre na mão, dando mais ênfase ao clima de documentário.

Nos dois casos, Soderbergh mostra-se avesso ao espetáculo das batalhas. A Revolução é mostrada em tom quase intimista. Ele está mais interessado na formação do caráter de Che e, nesse sentido, foi particularmente feliz na escolha do ator Benício Del Toro, que incorpora com precisão o personagem. O brasileiro Rodrigo Santoro (que aprendeu espanhol especialmente para o filme) também não faz feio como Raúl Castro. O resultado é um filme denso, envolvente e reflexivo. (12 anos) Marcelo Lyra

 



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