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trajetória
"Me sinto plena"
Cheia de vigor aos 56 anos, Eliane Giardini prepara sua estreia como cineasta e, solteira,conta como curte os momentos em que está só

TEXTO MACEDO RODRIGUES

FOTOS ALEXANDRE SANTANNA/AG.ISTOÉ
"Estou em um momento de grande maturidade artística, de equilíbrio emocional e financeiro muito bons. Ainda não tenho perdas a contabilizar", diz a atriz

Cheia de vigor aos 56 anos, Eliane Giardini prepara sua estreia como cineasta e, solteira,conta como curte os momentos em que está só

"Me sinto plena"

Na tevê ou nas páginas das revistas, Eliane Giardini parece imune à passagem do tempo.
A forma física invejável aos 56 anos, a pele bem cuidada que sempre emoldurou seus expressivos olhos verdes, e o sorriso contagiante são apenas a "embalagem" de uma mulher que vive um momento de plenitude.

"Estou me sentindo em um momento de grande maturidade artística, de equilíbrio emocional e financeiro muito bons. Ainda não tenho perdas a contabilizar", garante. Eliane, que está de volta às novelas no papel de Indira, de Caminho das Índias, comemora a realização do sonho de experimentar seu talento atrás das câmeras.

A atriz dirigiu seu primeiro curta-metragem, Filtro de Papel, rodado em fevereiro numa ação familiar, mas nada caseira. Baseado num conto escrito por sua irmã, Elizete Giardini Rosa, o roteiro conquistou uma bolsa de R$ 50 mil da Riofilme para a produção que terá codireção da filha, Mariana.
A outra filha, Juliana, contribuiu com uma de suas músicas. "Projeto mais familiar, impossível. É uma coisa de família de circo, onde entra todo mundo, os filhos, os netos, e eu amo isso", diz Eliane.

As filhas da atriz com o ator Paulo Betti já são casadas, mas netos ainda não fazem parte da família.
A possibilidade, no entanto, mexe com Eliane. "Estou ansiosa por esse momento, mas é estranhíssimo, porque a gente se acha muito plena, muito cheia de vigor e ser avó está sempre misturado ainda com esse conceito antigo de velhice, com o final", analisa ela, que atualmente vem atravessando a menopausa.

A fase, tida como um suplício para muitas mulheres, tem sido tranquila para a atriz.
"A única coisa chata que sinto são os calores, que realmente são um inferno, mas é só.
Não percebo alterações de humor ou de comportamento, como relatam."

No apartamento de frente para o mar de Ipanema, no Rio, onde vive sozinha desde que as filhas saíram de casa, Eliane diz que está "solteiríssima" e que um novo casamento não faz parte dos seus planos.
"Estou muito acostumada com a minha solidão, gosto da solidão, me divirto muito na minha companhia, então estou muito preenchida. Mas não quer dizer nada. De repente conheço uma pessoa e digo 'Ah, quero ficar junto, não quero largar mais...'" diverte-se.

Eliane não perde o bom humor, mas prefere não falar sobre a companhia masculina com quem apareceu à festa de lançamento da novela Caminho das Índias. "O foco desse tipo de interesse são os atores jovens e seus pares. Atingi um ponto em minha carreira em que posso me dar ao luxo de ficar bastante recolhida, que é o jeito que eu gosto de viver, com meus livros, meus discos, minha família, meus amigos", diz, sobre o que acredita ser outra vantagem da maturidade.

 



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