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DRAMA
Milk - A Voz da Igualdade
Sean Penn está estupendo em um dos filmes mais comportados de Gus Van Sant

O personagem real Harvey Milk (à esq.) é abordado de forma humanista
HARVEY MILK FOI O PRIMEIRO HOMOSSEXUAL assumido a se eleger em um cargo público nos EUA, em 1977. Menos de um ano depois, ele e o prefeito de São Francisco foram assassinados. Em Milk - A Voz da Igualdade, o diretor Gus Van Sant o resgata da crônica policial e política de seu País para aproximálo do público, não como um ativista pelos direitos dos gays, mas como homem comum que almejava fazer algo extraordinário. Essa abordagem humanista é ratificada pelo desempenho indicado ao Oscar de Sean Penn, que retrata com sutileza a ascensão do ex-hippie em uma das vozes pelo igualitarismo. Famoso pelas montagens virtuosas de Elefante e Paranoid Park, Van Sant mantém a narrativa linear neste que é um de seus filmes mais convencionais. Desta vez, a cativante persona de Milk é atrativo suficiente. (16 anos)
Suzana Uchôa Itiberê

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