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Coração de Tinta
Falta ritmo à narrativa, mas os personagens cativantes seguram as pontas deste criativo tributo à literatura

Brendan Fraser inspirou autora do livro em que o filme é baseado

A ESCRITORA ALEMÃ Cornelia Funke se inspirou no ator Brendan Fraser para criar o herói de Coração de Tinta, o romance inicial da trilogia Mundo de Tinta. É natural que ele personifique Mortimer “Mo” Folchart na adaptação conduzida pelo inglês Iain Softley (A Chave Mestra). Conhecido como Língua Encantada, Mo tem um dom inusitado: ao ler um livro em voz alta, coisas e seres da história saltam para o mundo real. Em contrapartida, algo é sugado pela obra. Foi assim, ao ler Coração de Tinta, que a mãe de sua filha Meggie desapareceu e ele libertou o cruel Capricórnio (Andy Serkins), que agora habita um castelo abandonado, além do comedor de fogo Dedo Empoeirado (Paul Bettany), que saiu sem querer e deseja retornar.

Filmado em belíssimas locações da Ligúria, na Itália, a produção encanta pelo realismo e não por efeitos de computação. Helen Mirren engrossa o elenco como a excêntrica tia-avó de Meggie, que ajuda Mo no resgate da esposa. Os personagens são cativantes, mas a trama perde o ritmo da metade em diante. A idéia é promissora, porém, há muito a se aprimorar na continuação se essa fantasia pretende fazer carreira no filão de As Crônicas de Nárnia e Harry Potter. (Classificação indicativa: a conferir) Suzana Uchôa Itiberê

 


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