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ROMANCE
Entre Lençóis
Projeto ousado de filme com Reynaldo Gianecchini e Paola Oliveira termina no lugar comum

DIVULGAÇÃO
Os atores são o principal atrativo do longa de Gustavo Nieto Roa

A OUSADIA É LATENTE em Entre Lençóis: um filme com praticamente um único cenário, com apenas dois atores (Reynaldo Gianecchini e Paola Oliveira) no elenco, cenas de sexo e nudez, uma iluminação que pouco varia. Mas parece uma daquelas boas idéias que, quando executadas, não eram assim tão sensacionais. O primeiro filme brasileiro do colombiano Gustavo Nieto Roa é apenas bem-intencionado.

O que torna a história cansativa não é o fato de os dois personagens passarem o tempo inteiro em um cama, mas o roteiro esquemático e alguns cortes banais. As já tão comentadas (cinco) cenas de sexo até são bonitas, mas são entrecortadas por descobertas pessoais dos personagens. Roberto e Paula vão aos poucos conhecendo as vidas um do outro, e a intimidade que conquistam deixa de ser apenas física. Inicialmente, lembra Antes do Amanhecer (1995), sobre uma paixão imediata e de futuro incerto. Entre os temas da conversa estão ciúmes, mentiras, relacionamentos, projetos e tristezas, mas os personagens não saem do lugar-comum, tão exaustivamente explorado em histórias falando da diferença dos olhares masculino e feminino sobre coisas da vida. Há uma seqüência com rosas vermelhas que deveria mostrar que os dois se apaixonam e, no entanto, desmerece o envolvimento conquistado pelos personagens ao usar de clichê.

Se o filme tem algum atrativo são os atores. Não porque são duas pessoas bonitas e sem roupa o tempo inteiro, mas porque eles conseguem dar expressão a diálogos óbvios. Gianecchini usa o humor muito à vontade e dá um ritmo menos pesado para a história. Paola, em sua estréia no cinema, deixa transparecer um certo nervosismo que faz bem à personagem, também nervosa com a situação que vive, trancada com um desconhecido em um quarto de motel. (Classificação Indicativa: a conferir) Aina Pinto

 


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