- Anuncie
- Assine

 
 
 
Reportagens // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 







Esporte
Musas aventureiras
As atletas da corrida de aventura Ecomotion/Pro provam que é possível unir força e vaidade numa das competições mais completas - e difíceis - do mundo

TEXTO SUZANE FRUTUOSO FOTOS MURILO CONSTANTINO/ AG. ISTOÉ

"Acabar a prova é sensacional. Superar meus limites é fantástico", conta a brasiliense Suyanne

A corrida de aventura é um esporte difícil. Durante os sete dias da sexta edição do Ecomotion/ Pro, que pela primeira vez sediou o Campeonato Mundial da categoria, cenas de atletas no limite físico e mental impressionavam. Eles enfrentavam poucas horas de sono, fome, calor acima de 40 Cº, somados a uma série de exercícios extremamente intensos - trekking, caiaque, ciclismo, escalada, rapel e vela - realizada entre dunas, rios, serras, florestas de carnaúba e mata fechada. Percurso total: 520 quilômetros entre Ceará, Piauí e Maranhão.

Mas engana-se quem pensa que uma corrida de aventura é território apenas masculino. As mulheres representavam 25% dos atletas das 60 equipes participantes do Ecomotion/Pro. E, além de poderosas, elas são belas e vaidosas.

Gente elegeu as musas da competição: Silvia Guimarães, a Shubi, 32 anos, que participa das corridas de aventura há dez anos e se tornou uma referência no esporte, com cerca de 80 participações em competições nacionais e internacionais; e Suyanne Lourenço Freitas, 27 anos, que se apaixonou pela categoria ha três anos.

Pedagoga, a paulista Shubi é uma das fundadoras da Núcleo Aventura 16, uma escola de esportes de aventura para crianças e adolescentes. Quando menina, ela nadava, pedalava e era bandeirante. Um amigo, que sabia que ela gostava de atividade física e do contato com a natureza, a convidou para participar de uma corrida de aventura em Ilhabela. "Curti muito e nunca mais parei." Ela chegou a formar uma equipe só de mulheres, a Atenah, que conseguiu boas colocações em corridas.

A atleta, que competiu no Ecomotion/Pro com a equipe SOS Mata Atlântica, diz continuar curtindo as provas, mas que hoje também quer resultados. "Me tornei mais competitiva com o passar do tempo. A realização de cumprir um desafio é única", afirma. A equipe dela terminou em 19º lugar na classificação geral. Vaidosa, fez as unhas antes da prova e diz não gostar de uniforme feio.

Já a brasiliense Suyanne tem duas paixões há três anos: a corrida de aventura e o namorado, Bernardo Tillman, também atleta. Eles se conheceram quando ela começava no esporte. O casal abriu a Tribus Adventure, no Rio de Janeiro, que treina e organiza grupos de atletas para participarem das competições. A equipe deles, a Tribus /On the Rocks, terminou em 50º lugar.

Estudante de educação física, Suyanne sempre gostou de esportes. "E a corrida de aventura é uma atividade completa. Você tem que ser polivalente", afirma. Ela já participou de 20 provas da categoria, mas o Ecomotion foi sua primeira prova de longa distância. Há momentos, diz Suyanne, em que estar ali, entre várias dificuldades, é o máximo. "Me sinto forte." Outras horas, quando a situação aperta, ela diz se perguntar o que esta fazendo ali. "Mas acabar a prova é sensacional. Superar meus limites é fantástico."

A paulista Shubi já participou de mais de 80 competições, mas não deixa de fazer as unhas antes das corridas

PÁGINAS :: 1 | 2 | Próxima >>

Copyright © 2008 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS