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Eu, Meu Irmão e a Nossa Namorada
Talento de Juliette Binoche é ponto alto de trama simplista

Fotos: DIVULGAÇÃO
Steve Carell em cena de aula de aeróbica

STEVE CARELL É DAN, um conceituado colunista de jornal que dá conselhos sobre relações familiares, mas é incapaz de entender ou sequer conversar com as filhas, duas adolescentes e uma menina. Viúvo há quatro anos, leva rotina de monge. Sua vida começa a ser questionada numa viagem que reunirá toda a família numa pequena cidade durante um feriado. É lá que conhece na livraria uma bela mulher (Juliette Binoche), para meia hora depois descobrir que ela é namorada do irmão. Resolve, então, tirá-la dele.

A trama é simplista e de difícil sustentação. Como um papo de livraria faz alguém destruir a relação com o irmão? Como alguém se apaixona por um sujeito que trata as filhas como um brucutu? Detalhe: a relação com as filhas, que inicialmente parece ser o tema central, logo é esquecida.

A família reunida parece estar num grande acampamento. Todo mundo é alegre, feliz e louco para participar de brincadeiras e gincanas. Há cenas constrangedoras, como a aula de aeróbica, o boliche romântico e ele escondido no quarto da namorada do irmão.

Sobram um par de boas piadas e o talento de Binoche, que deixa no ar a questão: o que faz uma atriz como ela numa comédia mediana como essa? (Livre) Marcelo Lyra


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