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Começar a Terminar
O ator e diretor Antonio Abujamra se limita a exibir sua personalidade artística irônica no palco

Fotos: DIVULGAÇÃO
Peça reúne textos do irlandês Samuel Beckett

ANTONIO ABUJAMRA chama atenção para uma eventual supervalorização de Samuel Beckett em Começar a Terminar, e, ao final, afirma seu vínculo com o dramaturgo. Na verdade, porém, Beckett é apenas um pretexto quase aleatório. O espetáculo, que reúne vários textos do irlandês sobre a morte e a iminência do fim, parece ter sido concebido tão-somente como um veículo para o ator/diretor dar vazão à sua personalidade artística irônica e ocasionalmente debochada.

Abujamra retoma a parceria com Hugo Rodas, mas, desta vez, não há a habitual combinação de irreverência e austeridade presente em alguns espetáculos de ambos. Os atores Miguel Hernandez e Nathalia Corrêa se valem de um tom vocal declamado e de movimentos corporais marcados que não ajudam a conferir densidade ou mesmo formalidade à cena. Ao fundo do palco, um telão (cenografia de J.C. Serroni) contendo citações de figuras emblemáticas do teatro contrasta, de certa maneira, com a falta de consistência da montagem. É uma pena que Antonio Abujamra, portador de uma trajetória artística tão importante, se dedique a projetos pouco relevantes como este. (14 anos) Daniel Schenker Wajnberg

Teatro João Caetano - r. Borges Lagoa, 650, São Paulo, tel. (11) 5573-3744. Até 23/11.

 


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