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Aos pés de Priscila Fantin
A atriz comemora múltiplas estréias, Nega Affaires com Bruno Gagliasso e Malvino Salvador e diz que adora casamento, mas não sonha em se vestir de noiva

TEXTO SIMONE BLANES E CLÁUDIA FONTOURA FOTOS TRIPOLLI

Ajoelhada na cama de uma das suítes do Hotel Fasano, em São Paulo, Priscila Fantin pede um copo d'água à irmã Fabíola, que com carinho atende seu desejo. A atriz responde com um sorriso, agradece, leva o copo à boca e bebe até a última gota num só gole, quase sem respirar. A cena curiosa traduz o momento atual de Priscila, que, cheia de fôlego, vive várias estréias. Em agosto, aos nove anos de profissão, ela pisou pela primeira vez no palco, em São Paulo, com a peça Vergonha dos Pés, uma adaptação do livro de Fernanda Young. O espetáculo segue em temporada nacional, com críticas positivas. Em novembro, o público poderá vê-la pela primeira vez no cinema, como a protagonista Creuza, no longa-metragem Orquestra de Meninos, baseado na história real do maestro Mozart Vieira. Na televisão, apresentará Priscila no País das Maravilhas, no Canal Verde, emissora da internet especializada em meio ambiente. De quebra, pretende se tornar empresária com o lançamento de uma marca de água mineral com seu nome. “Tomo quatro litros por dia. É o meu combustível”, ela diz, com o copo vazio na mão.

A atriz aproveita a avalanche de experiências novas ao lado da família e de amigos. “Estou solteira”, diz. Em agosto, ela e o deputado federal Fábio Faria terminaram um romance de aproximadamente dois meses. Pouco depois, noticiou-se que ela teria vivido um affair com o ator Bruno Gagliasso. “Nunca teve nada”, disparou, educada, mas com uma irritação contida. “O que me chateia é saber que, para as pessoas, acabo tendo uma coleção de namorados que não existiu”, completa. Um desses casos é o ator Malvino Salvador, com quem ela foi vista freqüentemente na noite carioca no ano passado. “É muito amigo e só”, finaliza.

Priscila não é o tipo de mulher que busca a felicidade em lugares comuns ou um príncipe encantado em cada afeto. Ela procura “um sentimento que ultrapassa a paixão e que marcaria um homem ideal”, filosofa. Sim, a atriz é complexa como sua declaração. Chora em casamentos, mas não se imagina bancando uma festa no seu enlace. Acha a boca a parte mais bonita de um homem, mas dá mais valor às palavras que saem dela. É uma das principais atrizes da Rede Globo desde sua estréia em 1995, mas só teve certeza de sua vocação neste ano, quando subiu no palco de um teatro pela primeira vez. “O ser humano é um microuniverso cheio de coisas acontecendo e eu quero entender as pessoas”, ela define. A seguir, Priscila explica na prática esse seu “microuniverso” e fala de passado, presente e sonhos.

Priscila posa na suíte do Hotel Fasano, em São Paulo. “Algumas amigas diziam que se sentiam mal ao meu lado. Comecei a não pentear o cabelo, só andava de calça larga. Hoje, acho que beleza é algo maior”

Timidez

“Tenho uma relação bem mais fácil com as câmeras do que com pessoas. É o julgamento, ou melhor, o pré-julgamento, que as pessoas fazem que me incomoda. Sou reservada até com minhas amigas. Às vezes, preciso me concentrar para conseguir chorar em um canto em casa. Mas no final, acho que consigo lidar bem com minhas emoções. Até porque, faz parte do meu trabalho.”

Beleza

“Desde pequena escuto (que é bonita). Então sempre foi uma luta muito grande porque algumas amigas diziam que se sentiam mal ao meu lado. Não queria isso de jeito nenhum. Comecei a não pentear o cabelo, só andava de calça larga, tornou-se um problema. Hoje, acho que beleza é algo maior. Se não estou feliz, não me acho bonita.”

Sonho

“Minha grande paixão é viajar. Desde minha pré-adolescência, sonho em morar na Austrália. Um dia isso vai acontecer. Gosto de me mudar. Eu nasci me mudando. Dos meus quatro meses até seis anos de idade, eu saí de Salvador (onde nasceu), fui para São Paulo, depois Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Tenho essa necessidade de viajar, de renovar.”


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