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Ensaio
Diretrizes de uma sonhadora
Aos 22 anos, Érika Mader estréia como diretora em curta-metragem no qual dirige a tia, Malu Mader, protagoniza longa que ganhou prêmio de melhor filme do júri popular do festival de cinema do Rio e gosta de jogar futsal

TEXTO LUCIANA BARCELLOS FOTOS LUCIANA AVELLAR/ AG. ISTOÉ

Se ao estrear como atriz no seriado Mandrake, em 2005, as comparações com Malu Mader, a tia famosa, eram inevitáveis, agora não são mais. Aos 22 anos, Érika Mader acaba de ser apontada como uma das revelações da 10ª edição do Festival do Rio 2008, que terminou na noite da quintafeira 9, e vem dando mostras de que está trilhando uma carreira bem distinta. Estreou em cinema como protagonista do longa Apenas o Fim, do diretor novato Matheus Rocha, de 19 anos, que ganhou o prêmio de melhor filme do Júri Popular e Menção Honrosa do Júri Oficial. Mas a surpresa ficou por conta de Se Não Fosse o Onofre, curta-metragem em que ela fez de tudo um pouco. Juntou dinheiro do próprio bolso para produzir, escreveu o roteiro, atuou – no volante de uma Kombi velha e sem freio – e ainda dirigiu a tia Malu Mader, que fez uma participação, e o primo Antônio, filho da atriz, de 11 anos. “Tenho hábito de escrever e guardar as coisas na gaveta. O filme surgiu de um texto que escrevi há dois anos. Tive a oportunidade de fazer, chamei os amigos e rodamos tudo em cinco dias”, conta Érika, com surpreendente simplicidade. “As pessoas têm tendência a achar que as coisas são mais complicadas do que realmente são. É preciso coragem, acreditar em você, achar que é possível e deixar as dificuldades para depois”, ensina.

A boa forma física, segundo a atriz, é “herança de família” aliada ao futsal que joga duas vezes por semana
Vestido CRISTINNA CORDEIRO

Vestido FORUM

Estudante do sétimo período de história na PUC do Rio, a atriz ficou tão empolgada com a nova atividade, que já planeja emendar o curso de cinema, assim que terminar a faculdade no ano que vem. “Não sou nerd, mas sou aplicada e tenho um lado acadêmico. Gosto de estudar”, diz. Embora um pouco reservada em relação à vida pessoal, Érika é como a maioria das meninas de sua idade. “Tenho vários sonhos. E todos são muito simples. Tenho uma visão romântica da vida de criar uma família, permanecer perto das pessoas que amo, me realizar profissionalmente e ter um cantinho meu antes de casar”, conta ela, que ainda mora com os pais e a irmã mais velha.

Dona de uma silhueta esguia – “herança de família” –, garante que come de tudo e confessa não gostar de exercícios. A única exceção é o futebol. “Jogo futsal duas vezes por semana com as minhas amigas. Acho malhar chato. Jogar bola é mais prazeroso”, justifica. Torcedora fanática do Botafogo, ela brinca ao ser chamada de pé-quente pelo fato de o filme Apenas o Fim ter se saído tão bem no Festival. “Queria ser pé-quente assim com o meu time. Sou botafoguense mesmo! Torcedora dessas que sofrem e o humor muda quando o time perde”, assume.

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