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Cinema
O eterno charme de Richard Gere
Às vésperas de completar 60 anos, o ator diz se enxergar em seu personagem de Noites de Tormenta, um médico que se apaixona na meia-idade

TEXTO THAÍS BOTELHO, DE LOS ANGELES

Fotos: DIVULGAÇÃO
Richard Gere divide as telas com Diane Lane em seu mais novo filme

Lá estava Edward, de Uma Linda Mulher, adentrando a sala de conferências do hotel Four Seasons, em Los Angeles, EUA. A pele extremamente rosada, discretos óculos de grau e os inconfundíveis cabelos grisalhos agora totalmente brancos provam que Richard Gere, o intérprete do príncipe que mexeu com a imaginação das mulheres nos anos 90 é quase um sessentão. "Quando estava filmando A Caçada, em Sarajevo, uma jornalista bem jovem levantou a mão e simplesmente me agradeceu, em nome da mãe, das tias e da avó dela, por eu continuar a fazer filmes", dispara Richard Gere. "Na hora, achei muito bacana o elogio e agradeci, mas logo depois me dei conta de como estou velho, meu Deus!", conta aos risos o ator que completa 60 anos em 2009.

Não que ele tenha deixado de ser alvo fácil das atenções femininas ou que tenha perdido uma gota sequer do charme pelo qual ficou conhecido. Ao contrário, tal qualidade parece acompanhálo em qualquer gesto que faça e até em suas frases mais irônicas. "Ainda sonho com um papel de músico manco e desempregado. Acho que seria algo extremamente diferente de tudo o que fiz", brinca ele, durante a divulgação de Noites de Tormenta, no qual atua pela terceira vez ao lado da atriz e amiga Diane Lane. A brincadeira faz sentido. Gere estudou piano e adora compor músicas nos tempos livres. A que ele tocou para Julia Roberts em Uma Linda Mulher foi, na realidade, feita por ele. No novo filme, com estréia prevista para o dia 3 de outubro, o ator encarna um médico que prioriza a carreira em vez da família, mas que acaba vivendo uma paixão arrebatadora na meia-idade. "Posso dizer que nos vemos neste filme", conta Richard, no plural, ao também se referir à Diane. "O longa fala de um amor maduro, de pessoas que se autoconhecem muito bem e sabem o que é emocional e psicologicamente real", completa ele. Como o personagem, o ator se apaixonou pela modelo Carey Lowell quando tinha 46 anos e teve com ela um filho, Homer James Jigme Gere, em 2000, após dois casamentos. Um deles foi com a artista plástica brasileira Sylvia Martins, em 1980. "Estive algumas vezes no Brasil e adorei. Tenho bons amigos lá", disse à Gente.

Budista há 25 anos, o ator está envolvido nas principais causas pela proteção do Tibete, é amigo pessoal de Dalai Lama e após duas décadas de muitas jornadas por causas sociais na China, Nepal, Mongólia e Tibete, lançou um livro de fotografias que tirou nestas viagens. Seus planos para a carreira? "Não sei, mas não faria nenhum filme de violência, não tem a ver comigo", confessou.

"Não faria filmes de violência", diz Richard Gere, que é budista há 25 anos

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