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Ensaio sobre a Cegueira
Fernando Meirelles dá seu toque pessoal sem desrespeitar a história de Saramago

Fotos: DIVULGAÇÃO
Fábula sobre epidemia de cegueira provoca emoções e questionamentos

A ADAPTAÇÃO do brasileiro Fernando Meirelles (Cidade de Deus) para o romance Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, foi recebida com frieza no Festival de Cannes deste ano. A versão que chega agora aos cinemas foi levemente modificada, mas, mesmo assim, deixa a sensação de que a platéia do famoso evento foi injusta. Trata-se de uma bela fábula cinematográfica - tanto visualmente quanto pelas emoções e questionamentos que provoca.

Meirelles tinha um excelente material em mãos, mas também um desafio. A história se passa numa cidade não identificada no tempo e no espaço e os personagens não possuem nome. Tudo começa quando um homem é acometido por uma repentina cegueira branca como uma neblina espessa. Logo a doença se espalha e vira epidemia mundial. A única que não perde a visão é a Mulher do Médico (Julianne Moore); é sob seu ponto de vista que se acompanha o drama. Sem entender a causa do mal, as autoridades internam e abandonam os cegos num hospício. Começa a parte mais dramática do longa, pois a convivência entre os internos mostra como a natureza humana pode ser egoísta e cruel. O diretor usa o som dissociado das imagens, luzes bem saturadas e a falta de foco para passar a angustiante situação dos personagens e, assim, dá o seu toque pessoal sem desrespeitar a obra-prima de Saramago. (16 anos) Marina Monzillo

NA ESTANTE

Uma nova edição do livro Ensaio sobre a Cegueira (Companhia das Letras, 312 págs., R$ 44), de José Saramago, traz três sobrecapas com imagens do filme de Fernando Meirelles. Elas mostram cenas de Julianne Moore, Gael García Bernal e um dos cenários da produção.


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