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Reflexos da Inocência
Daniel Craig, o atual 007, protagoniza filme íntimo e melancólico

Fotos: DIVULGAÇÃO
Presença do intérprete de James Bond é carismática em novo drama

PROTAGONIZADO por Daniel Craig, Reflexos da Inocência parece três filmes em um: começa em Los Angeles, com a decadência de um astro do cinema, Joe Scott (Craig, também co-produtor), envolvido com drogas e escândalos; depois há um enorme flashback ao começo dos anos 1970 na Inglaterra, com o despertar sexual de Joe (então interpretado por Harry Eden); e então um epílogo melancólico e catártico. Amarrando tudo, a presença (ou a notícia da morte) de seu melhor amigo de infância. Cada parte tem pesos e medidas diferentes, opção infeliz (ou incapacidade) do diretor e roteirista Baillie Walsh. Deve ser fruto de seu trabalho com a linguagem de videoclipe - ele já dirigiu Massive Attack, Oasis e INXS.

Em contrapartida, a presença de Craig no início e no fim, com direito a nudez total, é carismática e prova que ele não se acovardou em suas escolhas depois de se tornar o novo James Bond. Mas, na verdade, é o miolo o grande centro nervoso do filme. Durante o flashback, são importantes na trama canções da época de David Bowie e Roxy Music. É um sensível média-metragem nostálgico, localizado em meio a duas situações contemporâneas protagonizadas por um grande astro de Hollywood. (Classificação indicativa: a conferir) Christian Petermann


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