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Star Wars - The Clone Wars
A saga de Guerra nas Estrelas retorna às telonas, desta vez na forma de animação

Christian Petermann

A computação gráfica gera traços que oscilam entre o realismo e a caricatura

GEORGE LUCAS abre um novo capítulo na saga de Guerra nas Estrelas, que cada vez mais assume para seu criador o caráter de projeto de vida com a estréia de Star Wars - The Clone Wars, uma versão animada que chega pela primeira vez às telas grandes. Ela serve de piloto para uma série que estreará no outono no Cartoon Network e na TNT norteamericanas, e também inspirou um jogo de videogame. Dramaticamente, a trama aqui é derivada do Episódio 2: O Ataque dos Clones (2002) e situa-se no meio da segunda temporada da série de microdesenhos, de subtítulo Clone Wars, produzida por Genndy Tartakovsky entre 2003 e 2005. Agora em computação gráfica de última geração, os traços da animação oscilam entre o realismo e a caricatura. Toda a trama gira em torno do seqüestro do filho do temível Jabba, o Hutt, caso cuja solução seria decisiva no fortalecimento da República, representada pelos heróicos Anakin Skywalker e Obi-Wan Kenobi, ou dos Separatistas, liderados pelo conde Dookan. Este vilão continua sendo dublado, em inglês, pelo veterano Christopher Lee, uma das três únicas vozes que persistem dos longas-metragens originais, ao lado de Anthony Daniels (C-3P0) e Samuel L. Jackson (Mace Windu). É a primeira vez, aliás, que Frank Oz não dubla o mestre Yoda, aqui com a voz de Tom Kane. É também a primeira vez que uma obra da franquia Guerra nas Estrelas não é distribuída mundialmente pela Fox, mas desta vez pela Warner (conglomerado de comunicação que inclui o canal Cartoon Network).
Apesar de todas essas mudanças, o desenho mantém-se bastante fiel à noção de aventura dos filmes do estilo e ganha em humor, para conquistar um espectador mais jovem. Os dróides separatistas revelam ser trapalhões, e a inclusão na farta galeria de personagens da padawan (aprendiz) adolescente Ahsoka Tano pretende atrair as fãs de Hannah Montana. Com ritmo acelerado, imagens impressionantes e diálogos bem escritos, esse piloto em grande estilo não faz feio à mitologia imaginada por Lucas. E atesta mais uma vez que a cultura pop de hoje não seria a mesma sem as muitas vidas de Guerra nas Estrelas. (Classificação indicativa: a conferir)


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