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Ensaio
Mulherão com jeito de menina
Uma das produtoras do projeto Save Amy, Giselle Itié fala do namoro a distância com o americano Kevin Tang, que mora em pequim, e de sua estréia em dois filmes

TEXTO LUCIANA BARCELLOS
FOTOS VALÉRIO TRABANCO


Giselle Itié tem o poder de se transformar. De mulher sensual e sexy que aparece na frente das câmeras, também pode virar uma menininha que sai com esmalte descascado em apenas uma das mãos. E se emociona como adolescente, a ponto de encher os olhos de lágrimas, ao falar com saudade do namorado, o empresário americano, Kevin Tang. "Tô gostando mesmo", confessa a atriz.

O namoro começou há cerca de três meses, mas o casal já se conhecia há mais de ano. Foram apresentados numa festa por amigos em comum. O reencontro aconteceu em maio e desde então eles namoram a distância, na "ponte aérea" Rio-Pequim. Como Kevin é filho de chinês e trabalha numa empresa de importação e exportação com sede na China, fica boa parte do tempo fora. Apesar de o namoro ser recente, Giselle acredita que dessa vez é pra valer. "Eu não comparo esse relacionamento com os outros que tive. Antes do Kevin, fiquei solteira durante muito tempo e passei por uma fase de auto-reconhecimento. É a primeira vez que me relaciono com uma pessoa depois disso. É mais gostoso, tudo flui melhor", explica ela, que ainda não conhece Pequim, e ainda não sabe se aproveitará a Olimpíada para visitar a casa do namorado.

Apesar do entusiasmo, casamento ainda não faz parte dos planos do casal. Mas uma lua-de-mel antecipada, sim. Os dois se reencontraram no sábado 19 depois de três semanas separados. E o destino escolhido para o encontro não poderia ser mais romântico: "Vamos a Paris. É a primeira viagem que fazemos juntos", revela.

Namorando sério, Giselle reclama dos outros supostos namorados que ganhou na mídia, como o ator Matt Dillon, quando o astro americano esteve no Brasil em 2005, e mais recentemente o produtor de cinema Raul Guterres, com quem foi flagrada na praia de Malibu, na Califórnia. "Conheci o Matt Dillon e o convidei para jantar com uma amiga, quando ele esteve no Rio. Só isso. E fiquei duas vezes com o Raul. Dei dois beijos nele. Isso é namorar? Porque se for, eu namorei muito (risos)! A Paris Hilton estava lá. Nunca ia imaginar que eu seria fotografada", reclama. "Mas não namorei o Raul, ele é como um irmão", ressalta.

Aos 26 anos, a atriz é uma das produtoras do projeto Save Amy, uma exposição multimídia, com apresentação de bandas, debates sobre o uso de drogas e fotos da atriz caracterizada como a cantora Amy Winehouse. A mostra chega ao Rio em agosto, depois de ter passado por São Paulo. "O projeto é um grito. Quero jogar uma sementinha nas pessoas sobre essa questão das drogas. Parte da renda com a venda das fotos está sendo revertida para uma instituição que atende dependentes químicos", diz. A atriz afirma que não concorda plenamente com a política brasileira de repressão às drogas, mas acha necessária a proibição. "Geralmente, as drogas aparecem na juventude. Não sou hipócrita em dizer que não usei. Já experimentei e não achei graça. Nem sei o que fumei. Felizmente eu não preciso disso", diz.

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