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Batman, o Cavaleiro das Trevas
Seqüência de Batman Begins é o filme mais intenso e real sobre o herói

Marina Monzillo

DIVULGAÇÃO
O homem-morcego em sua bat-moto: cenas de ação e temas psicológicos

CHISTOPHER NOLAN, diretor de Batman, o Cavaleiro das Trevas, encontrou a combinação perfeita entre entretenimento e qualidade. A continuação de Batman Begins (2005) se destaca por não ser um simples filme de super-herói e estabelecer um novo parâmetro para as produções do gênero. Do roteiro à direção, passando pelas interpretações e fotografia, tudo é intenso, complexo e explora diversos temas psicológicos reais. Porém, não deixa de lado os efeitos especiais, as cenas de ação e a parafernália tecnológica do herói (que inclui uma supermotocicleta como opção ao batmóvel).

A nova história do homem-morcego tem Christian Bale mais uma vez no papel do milionário Bruce Wayne que, ao vestir máscara e capa, se torna o "cavaleiro das trevas" e ajuda o comissário Gordon (Gary Oldman) a combater o crime em Gotham City. Junta-se aos dois agora o promotor público Harvey Dent (Aaron Eckhart). Responsável por mandar os bandidos para a cadeia, ele ainda é namorado de Rachel Dawes (Maggie Gyllenhaal, que substituiu Katie Holmes, a intérprete da mocinha no filme anterior). O casal e Bruce Wayne/Batman formam um sutil triângulo amoroso.

Aí começa a lista de diferenças que fazem de O Cavaleiro das Trevas um dos roteiros mais criativos dos últimos tempos. Trata-se de uma tragédia clássica e seu protagonista é Harvey Dent. Quem está familiarizado com as histórias em quadrinhos de Batman sabe que o promotor acaba se tornando o vilão Duas Caras depois de um acidente.

Mas também há o Coringa (Heath Ledger - que definitivamente merece um Oscar póstumo por esta interpretação). O palhaço-assassino aparece logo no prólogo e é a locomotiva da trama. O arquiinimigo de Batman - muito mais assustador e maligno que na famosa versão de Jack Nicholson, de 1989 - está jogando perguntas que colocam à prova a boa índole das pessoas. À certa altura do filme, ele diz ao homem- morcego: "Para os outros, você é apenas uma aberração, como eu!". Em outro momento, ousa ainda mais: "Você me completa", diz. E esse é um dos dramas do herói: um criminoso como o Coringa só existe em Gotham City porque há um Batman. Bruce Wayne começa, então, a se questionar se faz mais bem ou mal à cidade.

E se os dilemas dele são realistas, também é a forma como tudo é filmado. Locações reais em Hong Kong e Chicago ajudam a imprimir cores verdadeiras ao que se vê na tela. (12 anos)

 


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