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Trajetória
Bola da vez
A repórter esportiva Paloma Tocci garante sua vaga no time da band para a Olimpíada de Pequim

TEXTO GABRIEL DEBIA

ANDRÉ PORTO
Paloma Tocci no centro de treinamento do São Paulo

Ela é bonita e entende tudo de futebol. Mesmo com esses atributos, a paulistana Paloma Tocci, repórter esportiva da Band, é modesta em dizer que não leva muitas cantadas. Pelo menos quando está em campo. "Sei dosar simpatia e respeito durante as entrevistas", argumenta ela. Já a beleza, a moça de 25 anos não tem como disfarçar. E por isso os atletas que vão disputar os Jogos Olímpicos de Pequim correm o risco de perder a concentração ao cruzar com a jornalista antes da competição. Paloma foi convocada para fazer a cobertura da Olimpíada na China depois do bom desempenho nos Jogos Pan- Americanos de 2007. "Foi a consagração de muito trabalho. Lá tive a oportunidade de adquirir conhecimento em diversas modalidades que cobri, como o remo, o judô e o tênis", conta. Com a notícia de que foi escalada pela equipe esportiva da Band para Pequim, seu primeiro trabalho fora do País, ela dobra seus estudos sobre os esportes e desenferruja o inglês para fazer bonito também do outro lado do mundo.

Quando surgiu o interesse pelo futebol?
Nasci em 12 de julho de 1982, um dia depois que a Itália faturou o tri na Copa do Mundo. Minha mãe dizia que o médico só falava nisso (risos).

A paixão pela bola tem dado espaço para conhecer outras modalidades?
Sim. Tenho ralado para conhecer inúmeros esportes, regras, nomes de atletas e recordes diversos. É um estudo complexo, mas necessário para se dar bem na profissão.

Como será sua rotina de trabalho em Pequim?
Uma loucura. Serão 16 horas de cobertura diária. No horário brasileiro, de 21h até as 13h do dia seguinte.

Quais são as expectativas para a China?
Que a maioria dos chineses fale inglês, pois não sei nada de mandarim. Gostaria também de driblar as excentricidades culinárias. Gosto de futebol, mas sou muito feminina: tenho nojo de escorpiões e de outros bichos que comem por lá.


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