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Cláudia Raia e Patrícia Pillar: uma acusa a outra de assassinato em A Favorita

Claudia Raia diz que sua personagem na nova novela das oito é muito difícil e conta que recorreu a amigos e parentes para criar Donatella:

Como compôs a Donatella?
Usei muitas coisas e pessoas da minha vida, como meu cunhado Fernando, que tem essa coisa rústica. Também pedi ajuda aos amigos porque é realmente um papel difícil. O (diretor) Ricardo Waddington foi muito sensível. Tem uma coisa muito diferente em mim nesta novela e acho que a culpa foi dele.

Você alongou o cabelo para viver a personagem. Está gostando do visual?
Estou adorando. Tem muito a ver com a personagem, uma mulher que ficou rica de uma hora para outra e gosta de usufruir do dinheiro.

Você e Patrícia Pillar vivem uma dupla sertaneja. Esse universo é novo para você?
Completamente. Mas estou gostando de cantar sertanejo. Não era uma música que eu costumava ouvir, mas sou muito eclética, até porque faço musicais.

Como tem trabalhado a ambigüidade de que a personagem precisa?
Estamos criando nossos personagens com os dois lados, o que é bastante desafiador. Elas contam a mesma história de maneiras diferentes. Isso me remete ao caso da menina Isabela, que foi assassinada. Naquela entrevista do pai e da madrasta na tevê não dava para saber se são os assassinos ou não.

É verdade que o Murilo Benício está usando salto para ficar da sua altura?
Ele está usando um saltão! Eu falei para ele: “E aí, esta se sentindo bem?”. Ele respondeu: “Claro! Mais alongado...” A gente ri do começo ao fim.

Patrícia Pillar, que está de volta ao horário nobre na pele de uma mulher que passou 18 anos na prisão, foi conhecer de perto a vida num presídio:

Visitou alguma penitenciária para compor a personagem?
Sim. Fui ao presídio Talavera Bruce, no Rio.

Como se sentiu?
É terrível. Lá se repetem as mesmas relações que existem aqui, só que de outra maneira. Na penitenciária Talavera Bruce tem um jornalzinho. Tem gente que escreve poesia, tem classificados, manicure... Acaba servindo quase como uma sociedade que, de alguma maneira, funciona.

Fez outro tipo de laboratório?
Engraçado porque este personagem é muito diferente de mim. Não vivi nada parecido com o que a Flora está vivendo. Não tenho nada na minha vida que me ajude na sensação de uma pessoa que tenha ficado presa. Nunca fiquei presa nem do lado de fora da minha casa.

Como foi a reação das presidiárias?
Foram gentis, generosas, contaram as histórias dela, discretas. Muito na delas. Cada história de vida ali dá uma novela, um livro, um filme.

O que mais a impressionou naquelas mulheres?
O que mais me impressionou é a esperança no que está aqui fora. De alguma maneira uma esperança em reconstruir a vida. Isso é comum em todas elas, independentemente do que fizeram para estar ali dentro. Essas mulheres deveriam ter meios que permitissem que elas saíssem com mais segurança e oportunidades. Elas saem do presídio como a Flora: não têm onde se segurar. Não têm uma profissão. Um ofício. Muitas portam se fecham.


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