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Hebe Camargo casa de histórias
Com exclusividade para Gente, a apresentadora do SBT narra o dia-a-dia na mansão em que mora há oito anos e diz que não imaginava viver tantas alegrias a um ano de completar 80

TEXTO ANA CAROLINA SOARES E GISELE VITÓRIA
FOTOS PAULO VITALE


CAFÉ COM A SANTA No mezanino, onde costuma tomar o café da manhã. Em seu aniversário, em 8 de março, tem a companhia de uma imagem de Nossa Senhora de Fátima

É difícil acompanhá-la nas festas que promove em casa, regadas a doses fartas de bebida, comida e muita música. "Há uns dois anos, eu tinha uma vizinha doida que chamava a polícia sempre porque acreditava que o meu som não deixava os filhos dela dormir. Mas ela era inquilina de um amigo meu. Na hora de renovar o aluguel, ele quis se livrar da louca e ainda vendeu a casa para mim", ri. O novo habitante do lugar é Marcello, seu filho único com o primeiro marido, o empresário Décio Capuano. "Agora vivemos felizes para sempre."

Ela ainda tem um outro vizinho. "Firmino e a mulher dele. Eles são portugueses e adoram o barulho que eu faço. Falam: 'Que bom que você tem música sempre, porque assim não precisamos nos dar ao trabalho de colocar som aqui em casa'." Com os portugueses, a relação é tão amistosa que vai além do troca-troca de xícaras de açúcar. "Às vezes, algum amigo esquecia de trazer calções e queria entrar na piscina. Então eu gritava para o Firmino e em seguida voava uma roupa de banho do português para o meu jardim. Outras, faltava champanhe aqui em casa. E ele amarrava uma cordinha numa garrafa e passava para mim por cima do muro."

"Triste, eu nunca estou. Sou sempre positiva para atrair coisas boas"

VIDA EM RETRATOS Nas fotos, 79 anos de vida. Acima, o jardim, onde costuma tomar champanhe com os amigos

Com um cotidiano desses, não foi espantoso quando ela afirmou convicta que raramente sai de casa. "A última vez que fui ao cinema foi para assistir a versão antiga de King Kong", sorriu. Disse que quer morar lá até morrer. Hebe falou isso e depois ficou pensativa. Olhou através da janela onde avista o jardim das confraternizações, observou o lustre que ela mesma escolheu, os quadros, os prêmios e concluiu: "Não tenho medo da morte, mas dá uma peninha de deixar tudo isso..."

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