Televisão • Home• Revista 17/3/2008
Riso com sotaque
Custe o que Custar, que estréia na segunda 17, às 22h, é versão de humorístico argentino

(A.P.)

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Os apresentadores do CQC: conhecimento geral, humor e improvisação

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A Band, que abriga programas populares como os de Márcia Goldschmidt, Raul Gil, Leão Lobo, estréia Custe o que Custar, um estranho no ninho da emissora. A primeira característica do humorístico que o diferencia das outras atrações é o sotaque. O CQC é a versão do Caiga Quien Caiga, sucesso há mais de dez anos na Argentina e indicado sete vezes ao Emmy. Outra diferença é o fato de o programa ser considerado “sofisticado”. O estilo, porém, não é sinal de mudança no perfil da programação da emissora. “O conceito da nova grade é justamente a diversificação, teremos programas para todos os públicos”, afirma Elisabetta Zenatti, diretora artística e de programação da Band.

Uma equipe argentina ajudou na produção da versão nacional do humorístico, que vai ao ar semanalmente, ao vivo, e apresenta comentários ferinos sobre as atualidades. O elenco brasileiro é formado por Marcelo Tas, Marco Luque (do Terça Insana), Rafinha Bastos e Danilo Gentili (ambos do Clube de Comédia), Felipe Andreoli (ex-repórter de esportes da emissora) e o estreante Rafael Cortez. “Essa foi uma das escalações mais difíceis que fizemos, porque o elenco precisa ter conhecimento geral, humor e coragem para improvisar”, explica a executiva.

Apesar de ser diferente entre os programas da Band, o CQC já foi comparado com o Pânico, da RedeTV!. Elisabetta nega que os programas falem a mesma língua. “O CQC tem mais a acidez do Michael Moore e a dinâmica do Daily Show”, diz.