Voluntariado • Home• Revista 6/2/2008
Modelo de responsabilidade
A top canadense Daria Werbowy, rosto mundial da Lancôme,veio ao Brasil visitar uma ONG patrocinada pela marca e conhecer o carnaval do Rio de Janeiro

Fotos: PAULO JARES/AG. ISTOÉ
Daria Werbowy, na filial carioca do hotel Fasano, onde se hospedou durante sua temporada brasileira

Foi saboreando uma caipivodca de maracujá que a top canadense Daria Werbowy recebeu a equipe de Gente, durante sua estada no hotel Fasano, no Rio de Janeiro. A modelo veio de Nova York para conhecer o Carnaval brasileiro e apresentar os lançamentos da Lancôme, marca da qual é o rosto mundial. Bem-humorada, ela falou sobre a grife de cosméticos, carreira e responsabilidade social. O único assunto, porém, que ela evita é o namorado. “Ele não é modelo. Tem certas coisas sobre as quais você precisa fazer mistério”, disse ela, que mora sozinha em Nova York e se considera uma ótima donade- casa. “Gosto de cozinhar, limpar os banheiros e não vejo necessidade de estar sempre saindo”, contou.

A top model visitou a escola de artes visuais Spetaculu, do cenógrafo e designer Gringo Cardia

Engajada
Aos 24 anos, Daria é muito requisitada no mundo da moda e porta-voz de uma das marcas mais cobiçadas, que já teve em seu casting atrizes como Isabella Rossellini e Liz Jagger. “É um objeto de desejo assinar um contrato com uma grife de cosméticos. Para mim, esse é o último passo na carreira de uma modelo”, disse ela, que desde os 14 anos é independente financeiramente.

No sábado 2, a top aproveitou para conhecer a escola de artes visuais Spetaculu, uma ONG criada pelo coreógrafo e designer Gringo Cardia e Marisa Orth, e patrocinada pela Lancôme. O encontro foi selado com uma feijoada.

Em 2007, Daria veio ao Brasil com o artista plástico Vik Muniz para visitar uma outra ONG apoiada pela marca francesa, a Centro Espacial, que ensina artes plásticas a jovens carentes.

Mesmo antes de assinar o contrato com a Lancôme, Daria já se dedicava a causas sociais: “Dei aulas de vela para crianças no Canadá e sempre participei de eventos de combate à Aids”, enumerou. “Como tenho tido sorte na vida acho que é meu dever ajudar. Não importa o tamanho do ato”, completou ela, que quer voltar ao Brasil para conhecer a Amazônia e a Bahia. Em junho, ela planeja uma viagem em família: atravessar o Atlântico de barco. “Somos uma família que veleja.”