Televisão • Home• Revista 15/1/2008
Big Brother Brasil 8
Com mais episódios ao vivo, nova edição do reality show perde um pouco a graça

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REALITY SHOW

Fotos: DIVULGAÇÃO
Programa dá R$ 1 milhão e fama temporária ao ganhador

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A OITAVA EDIÇÃO do Big Brother Brasil, que estreou na terçafeira 8, é uma espécie de “volta às origens” no formato do programa, que dá prêmio de R$ 1 milhão e fama temporária ao vencedor. A Globo optou por ter mais edições ao vivo, o que tem mais a ver com o conceito de reality show, mas tira a graça da brincadeira. Sem contar que sobra até para o apresentador. Pedro Bial tem mais chances de cometer erros, como na confusão que fez entre deuses gregos e romanos durante a primeira prova do líder.

O divertido das temporadas anteriores se devia à picardia da edição de imagens, transformando o programa em humorístico involuntário. As novelinhas com os participantes podiam até dar a impressão de que tudo era forjado e tendencioso, mas, convenhamos, não dá para levar a sério uma competição em que anônimos se submetem a ficar trancafiados, exibindo de crises amorosas ao jeito como escovam os dentes. Desta vez, houve até uma incrível conversa sobre quantos mililitros de silicone as mulheres da casa têm nos seios.

Sem as novelinhas, fica difícil para o público saber quem é quem. Os competidores passam a maior parte do tempo fazendo nada. Mas já é possível saber as marcas do carro em que foram levados ao confinamento, do shampoo e até do protetor solar. A única coisa que ficou clara em relação aos participantes é que, além dos corpos sarados, eles têm em comum a inacreditável mania de gritar “Uhu”. Desde a primeira edição é assim. Deve ser pré-requisito para participar do programa. Aina Pinto