Cinema • Home• Revista 2/1/2008
Estréias
Mais filmes para o começo do ano
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Selton Mello em Meu Nome não é Johnny
Meu Nome não é Johnny
SELTON MELLO é a razão para assistir a Meu Nome Não É Johnny, baseado na história real de João Estrella, jovem de classe média que virou um dos maiores vendedores de drogas do Rio de Janeiro. A história começa engraçadinha, cheia de piadas que devem agradar ao público jovem e que ficam mais divertidas naquele jeito de o ator falar. Mas o filme dirigido por Mauro Lima só ganha estofo mesmo quando o personagem vai preso, e sua vida dramática vira realmente um pesadelo. E, de novo, Selton faz a transição de forma brilhante, especialmente na cena do tribunal.
Mariane Morisawa
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Benicio del Toro dá show

Coisas que Perdemos Pelo Caminho
NEM TODAS as importações feitas por Hollywood dão errado. Uma das mais inesperadas foi a da diretora dinamarquesa Susanne Bier, cuja filmografia versa sobre relações humanas intensas e nada convencionais. Ela trabalha neste drama com o roteiro do estreante Allan Loeb, que trata da superação tanto da dor da perda quanto do vício por drogas. E arranca ótimas atuações de seus dois astros, Halle Berry e Benicio del Toro. Eles fazem personagens em brutais momentos de mudança. O espectador familiarizado com a ousadia da cineasta sente que ela extraiu o máximo de um roteiro de cartilha. Se o filme não alça maiores vôos é por causa da previsibilidade de sua evolução. Mas a premissa é sincera.
Christian Petermann
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Alvin e os Esquilos fez US$ 45 milhões na estréia Alvin e os Esquilos fez US$ 45 milhões na estréia

Alvin e os Esquilos
CRIADOS EM 1958 pelo compositor Ross Bagdasarian, os esquilos cantores Alvin, Simon e Theodore percorreram longo caminho até conquistar as crianças do século 21. Estamparam capas de discos, estrelaram séries animadas na tevê e estrearam nos cinemas em um desenho dos anos 80. Mas nada se compara aos roedores gerados por computação gráfica de Alvin e os Esquilos. Pelo jeito, o trio fofura chegou para ficar. O filme somou US$ 45 milhões no lançamento nos EUA. Jason Lee é o músico Dave, que emplaca o primeiro sucesso após descobrir que os pestinhas que invadiram sua casa não só falam, como cantam e dançam. O tom é leve, e o pano de fundo natalino, um atrativo a mais.
Suzana Uchôa Itiberê
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Fotos: DIVULGAÇÃO
Gerard Butler e Hilary Swank em P.S. Eu te Amo

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P.S. Eu te Amo
BASEADA NO BEST-SELLER homônimo de Cecelia Ahern, a produção fala de Holly (Hilary Swank), que perde o marido. Como sabia que ia morrer, o homem preparou uma série de cartas com instruções sobre o que fazer sem ele. Elas chegam misteriosamente, pelo correio, semana após semana. O diretor Richard LaGravenese faz outra dessas comediazinhas românticas que Hollywood produz às dúzias. O roteiro é econômico no humor e exagerado na pieguice. Não faltam flashbacks, em que o marido aparece, embalados pelo texto brego-dramático e repetitivo das cartas. Tudo visando descaradamente obter lágrimas do espectador.
Marcelo Lyra
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