Televisão • Home• Revista 2/1/2008
Ping-Pong
O dono da casa
Há um telespectador privilegiado do Big Brother Brasil que passa de 12 a 16 horas por dia acompanhando os candidatos a celebridades. O diretor Boninho comanda uma equipe de 400 pessoas e fala da rotina de trabalho no programa, cuja oitava edição estréia na terça 8

Aina Pinto

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Ao lado, vencedores de algumas edições do BBB: JEAN, o homossexual que quebrou preconceitos; ALEMÃO, o troglodita que conquistou o Brasil; e CIDA, a babá que realizou o sonho de milhões

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Como monta o elenco do Big Brother Brasil? Já imagina quais serão os conflitos?
O importante é que o grupo tenha uma cara, uma personalidade. Não buscamos perfis específicos individualmente. Analisamos o que daria se a pessoa A ficasse ao lado da pessoa B. Montamos um time, e a cada ano o time é diferente. Na seleção, tentamos prever como será o relacionamento entre um e outro, mas eles sempre nos surpreendem.

Na edição passada, houve quem comentasse que o formato estava esgotado e, mesmo assim, foi sucesso. O que faz o reality show ter boa audiência?
O importante é o programa ser divertido e surpreendente. E isso é resultado de um conjunto de fatores, desde a escolha dos participantes até a edição do programa.

O que pensa das teorias que surgem a cada nova temporada, sobre edições manipuladas, informações passadas aos participantes, pessoas que foram escolhidas por serem parentes ou amigos de diretores da emissora?
Adoro essas teorias. O BBB é uma fonte inesgotável de suposições, tramóias e assuntos para uma boa discussão no dia seguinte. Enquanto existir essa curiosidade, o programa continuará a fazer sucesso.

O senhor já foi chamado de Midas, que faz com que os programas que dirige virem sucessos. Qual o segredo?
Nada disso. Gosto de arriscar, de fazer televisão, conseqüentemente corro riscos. Em muitas ocasiões, o sucesso é decorrência desse trabalho contínuo e do aprendizado com os fracassos.