Quem vai brilhar em 2008 • Home• Revista 2/1/2008
Skank
Campeã de vendas e capaz de emplacar um hit atrás do outro, a banda mineira prepara novo cd de inéditas e promete novidades

Mariane Morisawa

BIO BARREIRA

Disco do Skank é quase sinônimo de sucesso garantido. A banda mineira, surgida em 1991, lançou seu primeiro CD de forma independente, que logo chamou a atenção de uma grande gravadora e acabou vendendo 120 mil cópias. Os trabalhos seguintes, Calango e O Samba Poconé, colocaram todo o mundo para cantar "Pacato Cidadão", "Jackie Tequila" e "Garota Nacional". O resultado foram cerca de 3 milhões de discos comercializados. Mesmo quando mudou bastante sua sonoridade, em CDs como Maquinarama e Cosmotron, conseguiu emplacar diversos hits, "Vou Deixar" e "Mil Acasos" entre eles. Prova de que o Skank consegue carregar seus fãs para onde quer que vá.

Não há muitas definições sobre o novo disco, porque o grupo formado por Samuel Rosa (vocal e guitarra), Henrique Portugal (teclado), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferreti (bateria) começa agora a preparar o material. "Depois de um tempo de carreira, a gente já sabe antes se vai ser difícil ou não. E estamos bem animados", conta Henrique. Mas existem certezas. "A gente gosta de novidade, então vem novidade", afirma ele sobre o álbum que deve sair em meados do ano.

Segundo o tecladista, o momento de lançar um disco é especial, mesmo com toda a cobrança gerada por anos de sucesso. "Descobrir o que acham sobre seu trabalho é um privilégio", afirma ele. "E a gente ainda conseguir se divertir com o trabalho é ótimo." Além do novo CD, 2008 será um ano internacional para o Skank, que tem agendada turnê pelos Estados Unidos, depois de muito tempo sem excursionar pelo país.