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Carolina Ferraz
A nova solteira
- continuação

Cláudio Gatti
Beijo apaixonado no lançamento da linha de lingerie da atriz

NA GELADEIRA DA GLOBO A personalidade marcante de Carolina também se reflete no trabalho. Em Pecado Capital, último trabalho da atriz na Globo, ela se recusou a beijar Francisco Cuoco, com quem viveria um romance.

A atitude de Carolina causou mal estar nos sets de gravação. A autora, Glória Perez, precisou mudar o fim da história original de Janete Clair, e Vera Fischer foi escalada às pressas para fazer par romântico com Cuoco. Por causa disso, há quem jure que a atriz está na famosa geladeira global.

Além de não participar de novelas desde 7 de maio do ano passado, Carolina não está escalada para nenhuma das próximas novelas — com estréias previstas para janeiro e fevereiro — nem para a minissérie Os Maias. Ou seja, deverá ficar fora do vídeo por mais de dois anos. Seu contrato com a emissora vence no final de 2001.

André Schiliró/Divulgação
“Com certeza ela vai arrumar alguém logo", diz um a amigo

Com apoio de Manoel Carlos – autor de duas das três novelas em que ela já atuou – Carolina Ferraz poderia estar no ar vivendo a Capitu de Laços de Família. No final do ano passado, quando ainda estava debruçado sobre a sinopse da trama, ele consultou informalmente a atriz para saber se ela aceitaria o papel que revelou o talento de Giovanna Antonelli. “Eu convidei, mas ela ficou em dúvida”, conta Manoel.

Uma semana depois, recebeu um telefonema dela para conversar sobre o assunto. “Gosto muito da Carolina, sou amigo dela, mas disse que, se ela estava em dúvida, preferia que não fizesse o papel”, diz o autor. “Precisava de alguém que mergulhasse de cabeça, era melhor tê-la em outra oportunidade.”

Nesse período, ela dedicou-se a várias campanhas publicitárias, gravou dois filmes e participou da montagem de uma peça. Além de ser protagonista de Mater Dei, está em Amores Possíveis, de Sandra Werneck, previsto para estrear em fevereiro, no qual contracena com Murilo Benício. No final do ano passado, fez, em São Paulo, a peça Honra, de Celso Nunes. Dividiu o palco com Regina e Gabriela Duarte até maio, quando voltou para o Rio para ficar com a filha Valentina. Gabriela sente falta da parceira na equipe. “É uma maravilha trabalhar com a Carolina”, diz a atriz. “Ela é divertida e está sempre de bom humor.”

Colaboraram Adriana Barsotti, Gisele Vitória,
Marcelo Zanini e Mariane Piemonte

O último papel na tevê
Fabrizia Granatieri/AE
A Lucinha de Pecado Capital foi o último personagem da atriz. Na ocasião, ela se recusou a beijar Francisco Cuoco, com quem viveria um romance. Gloria Perez mudou a história original de Janete Clair e Vera Fischer foi chamada às pressas para fazer a namorada de Cuoco. Carolina não está escalada para as próximas produções e deve ficar dois anos fora do vídeo.

 

Estréia em Hollywood

 

Alessandro Giannini

André Durão

Murilo Benício recusa-se a falar sobre Carolina Ferraz, mas estusiasma-se ao comentar o trabalho em Sabor da Paixão (leia resenha na seção Diversão & Arte na pág 27), de Fina Torres. O filme marca a estréia do ator no cinema americano. Ele faz o papel de Toninho, dono de um restaurante em Salvador que larga tudo para tentar reconquistar a mulher (a espanhola Penélope Cruz) em São Francisco. Ele falou a Gente na terça-feira 10.

Por que a diretora Fina Torres teve dificuldade para escalá-lo?
Sabor da Paixão é uma comédia romântica. Os produtores em Los Angeles conheciam apenas meus trabalhos anteriores em cinema, dois filmes dramáticos. Achavam difícil eu entrar no clima do Toninho. Mas gosto muito de comédias, gênero que fiz em um curta e na televisão. Foi difícil convencê-los, mas deu certo.

Como você avalia o seu personagem?
O Toninho é um jovem que aprende a ser homem da pior maneira possível. Ele atravessa o continente para reconquistar a mulher. O personagem foi muito bem amarrado pela (roteirista brasileira) Vera Blasi e desenvolvido pela (diretora venezuelana) Fina Torres.

Como foi a preparação?
Antes de começar a filmar, passamos muito tempo em um hotel aqui no Rio, eu a Penélope (Cruz) e a Fina (Torres). Isso facilitou muito na hora que começamos a rodar.

E o relacionamento com a Penélope Cruz, foi tranqüilo?
Ela é ótima. Não tem nada de estrela. Está o tempo todo de bom humor, fazendo piada, brincando.

Por que a opção pelo cinema? Quer fazer carreira no exterior?
Este filme foi muito importante para mim. Pela primeira vez, me senti independente. Estou quase fechando um projeto, que é o meu primeiro longa-metragem. Por enquanto, não posso falar muito. Vai ser a adaptação de uma peça. Vou filmar o ano que vem.

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