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Retorno

Crise superada
Depois de ser presa por furto, Desirée Vignoli retoma carreira e festeja um ano de namoro com amigo de infância

Ana Cristina Aleixo

Leandro Pimentel
Desirée hoje, e quando era casada com Luiz Gustavo, pai de sua filha Jéssica

Longe das telas havia quatro anos, a atriz Desirée Vignoli caiu em depressão. Sem convites para trabalhar e com a conta bancária no vermelho, foi perdendo a razão. Em 1998, ao ser cortada da minissérie Chiquinha Gonzaga, da Rede Globo, desesperou-se. E acabou presa por usar cartões de crédito e talões de cheques furtados de uma colega de academia. “É passado, nem gosto de lembrar”, diz.

Aos 35 anos, comemora um ano de namoro com um amigo de infância, o construtor Carlos Frederico de Carvalho, e retoma a carreira na novela da Record, Primeiro Amor, a estrear em outubro. “Ela era uma menina mimada. Não sabia lidar com os problemas da vida”, diz o namorado. “Só não precisava ter sofrido tanto.” A atriz diz que aprendeu. “Depois dessa volta por cima, nada mais me derruba.”

Filha de uma diplomata e de um advogado, a atriz nasceu em Nova York e foi criada em Paris. Aos 12 anos, mudou-se para Brasília, onde descobriu o gosto pelas artes cênicas. Em dois anos, estava no Rio, integrando um grupo de teatro. Aos 16, estreou no Sítio do Pica-Pau Amarelo. O inferno astral começou após a novela O Mapa da Mina, exibida na Globo em 1994. Passou dois anos na geladeira da emissora.

“Foi horrível”, lembra. “Será que sou tão ruim a ponto de me pagarem para não trabalhar?”, pensava na época. Conta que não tinha dinheiro para o supermercado. Era ajudada pela mãe e pelo ex- marido, o ator Luiz Gustavo, 65 anos, com quem teve Jéssica, 12. “Ele me ajudou nos momentos difíceis”, diz a atriz.

No ano passado, ela ensaiou uma volta nos programas A Praça É Nossa, do SBT, e Zorra Total, da Globo. Na Record, atuará com colegas como o ator Sérgio Britto, 77 anos, que a conheceu em 1998. “Às vezes a gente aumenta os problemas. Acho que Desirée aumentou os dela”, diz. Britto se emocionou ao rever a atriz. Para ela, a volta por cima teve a mão de Deus. Freqüentava a igreja da praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema. “Cheguei a me referir à praça como Nossa Senhora do Inferno”, diz. Há seis meses, passou a assistir aos cultos da Igreja Universal do Reino de Deus. “Hoje sei dar valor às pequenas coisas.”

 

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