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Drama

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Show Bar
Fórmula hollywoodiana consagra feminismo barato e às avessas

Alessandro Giannini

Divulgação
As belas do bar: Maria, Piper, Izabella,
Tyra e Bridget

Se a Hollywood de hoje tem uma cara, o produtor americano Jerry Bruckheimer é quem melhor a representa. Responsável por sucessos de bilheteria como Flashdance – Em Ritmo de Embalo, Top Gun – Ases Indomáveis e, mais recentemente, Armageddon e 60 Segundos, ele criou, ao lado do falecido Don Simpson (1943-1996), os princípios do “blockbuster” moderno, aquelas produções gigantescas planejadas para atrair o público com uma combinação de beleza, aventura, romance, muito ritmo e quase nenhum conteúdo. Sua mais recente realização, Show Bar, que entra em cartaz na sexta-feira 22, encaixa-se com perfeição nessa fórmula.

Inspirado em uma reportagem da revista masculina GQ sobre um bar novaiorquino e suas garçonetes provocantes, o filme não tem ligação com a realidade em que se baseou, a não ser pelo fato de que a protagonista consegue trabalho em um lugar quase parecido. Ela é Violet Sanford (Piper Perabo), garota simples do interior que sonha fazer carreira como compositora na cidade grande. Deixa para trás o pai superprotetor (John Goodman, Vivendo no Limite) e a amiga (Melanie Lynskei, Almas Gêmeas) e parte para Nova York.

A trajetória de Violet é previsível. Depois de ser roubada, hostilizada e receber portas na cara, ela encontra emprego em uma espelunca dirigida por quatro mulheres jovens, lindas e exuberantes. A chefona Lil (Maria Bello) e as garçonetes Zoe (Tyra Banks), Cammie (Izabella Miko) e Rachel (Bridget Moynaham) equivalem ao que representavam os instrutores e cadetes de Top Gun. Só que em vez de cantar Elvis para chamar a atenção dos clientes, elas lançam mão de novidades pop sem nenhuma qualidade como Tara MacLean.

O cineasta David McNally foi escolhido para a direção de Show Bar por Bruckheimer por causa de seu trabalho com videoclipes. Estreante em longas-metragens, ele teve como única função impor ao filme o ritmo de um grande clipe. O que, a bem da verdade, executou a contento. Top Gun de saias

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