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Na crista do MP3

Marcos Muzi
Divulgação
O rapper Xis: a internet substitui o rádio

O rapper Marcelo Santos, o Xis de “Us Mano e As Mina”, está cada vez mais famoso. Ganhou o prêmio de melhor videoclipe de rap no último VMB da MTV, que foi escolhido pelos telespectadores. O rapper atribui grande parte de seu sucesso ao programa de distribuição digital de música pela internet, o polêmico MP3. Nos dois dias seguintes à divulgação do prêmio da MTV, mais de 4 mil pessoas procuraram sua música no site www.mp3clube.com.br. Esses puderam ouvir a voz de Xis sem pagar nada e gravá-la no próprio computador.

As gravadoras esperneiam, mas no caso de Xis e de músicos menos conhecidos o MP3 funciona como via de acesso ao grande público. “O rap sofre muita discriminação, não toca em nenhuma rádio. Então utilizei mesmo o MP3”, diz. Além de “trabalhar” com o programa, Xis também o utiliza para “baixar” músicas de um de seus músicos prediletos, Tupac Shakur. “Tenho umas 60 faixas dele no arquivo, são inéditas e provavelmente nunca serão disponibilizadas por gravadoras.”

De fato, uma olhada nos rankings dos portais que oferecem o serviço com a autorização dos artistas e gravadoras confirma o quanto bandas de pouca projeção dependem do MP3 para mostrar seus trabalhos. No “Top 5” do site www.submarino.com.br o grupo de música eletrônica Mr. Ruffles lidera, seguido de perto pelo veterano do rock Lobão, que rompeu com a gravadora Universal para lançar A Vida é Doce de forma independente. Cada um tem cerca de 7 mil downloads.

No “Top 10” do www.dgolpe.com.br, aparecem nomes como Pedro Fernandes, Cleopatra Paradise e Fogo Morto. O gerente de música digital do Submarino, Daniel Izzo, diz que desconhecidos estão nas listas dos sites de MP3 porque as gravadoras não autorizam a veiculação de artistas consagrados na internet. “Eles têm medo que não comprem o disco depois, mas já estudam uma maneira de cobrar pelo download de músicas. Querem implantar um programa da Microsoft”, diz. O programa é o novíssimo WMA, que permite a criação de mecanismos de controle das músicas copiadas. A dgolpe.com deverá cobrar de R$ 1 a R$ 2 por música “baixada”. Cristian Avello Cancino

 

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