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por Vanya Fernandes

Beki Klabin
Decana das socialites do Rio, Beki Klabin, que inspirou a personagem de Tonia Correro na novela Água Viva, morreu aos 78 anos

Prensa Três
Beki nos anos 70: primeiro casamento foi com Horácio Klabin

A irreverente socialite Beki Klabin morreu no domingo 20, no Rio. Beki estava internada na Clínica São Vicente desde o dia 14 com aneurisma cerebral. Ela havia passado por uma cirurgia, mas não resistiu. O corpo da socialite foi cremado na segunda-feira 20, no Cemitério do Caju. Beki, que nasceu em Istambul, faria 79 anos no dia 10 de setembro. Sua excentricidade inspirou Gilberto Braga a criar a personagem Stela, interpretada por Tônia Carrero, na novela Água Viva, na Rede Globo, em 1980. “Assim como Stela, detesto praia. Mas mando o copeiro buscar a água do mar para jogar no meu corpo porque queima mais”, costumava brincar. Entre suas maiores paixões estavam cães, jóias, Paris, Nova York e Charles Aznavour. Os amigos a definiam como dona de um senso de humor peculiar. Certa vez, Beki comentou que se ficasse paralítica, iria revestir a cadeira de rodas com ouro Cartier.

Ela tornou-se conhecida do grande público em 1971, quando foi jurada do programa do Chacrinha. Nesse período, Beki namorou o cantor Waldick Soriano e desfilou na escola de samba Portela. Beki teve dois filhos e sete netos. Ela adorava promover festas onde reunia a família e os amigos. Divorciada do primeiro marido, o empresário Horácio Klabin, Beki manteve uma grande amizade até a morte dele, em 1986.

Gabriel Junqueira de Carvalho,
jornalista, morreu em São Paulo na sexta-feira 18, em acidente de trânsito.

Carvalho trabalhou 24 anos no jornal Folha de São Paulo. Editor de economia, em julho, ele saiu do jornal para assumir a editoria do site de informações econômicas do Deutsche Bank. Carvalho formou-se pela Faculdade Cásper Líbero, de onde chegou a ser expulso, na década de 70, por militância política. O corpo do jornalista foi cremado no Crematório da Vila Alpina.

O empresário Francisco João Bocayuva Catão,
dono da Cia. das Docas da Bahia, morreu na quinta-feira 17, aos 78 anos, no Rio, de causa não divulgada.

Nascido em Imbituba, Santa Catarina, Catão formou-se em Engenharia Civil pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Catão acompanhou o pai, Álvaro Monteiro de Barros na construção do Porto de Imbituba. Em 1948, associou-se a Nelson Rockfeller e fundou a Indústria Metalúrgica Forjaço. Na década de 50, Catão comprou a Cia. das Docas da Bahia.

Salvyano Cavalcanti de Paiva,
crítico de cinema, morreu aos 76 anos, no Rio, no sábado 19, de mal de Alzheimer.

Natural de Natal, no Rio Grande do Norte, ele foi um dos críticos mais atuantes e respeitados do País. Cavalcanti começou no jornalismo nos anos 40 na revista Panfleto. Passou também pela Manchete, Diário do Rio, Correio da Manhã, Diário de Notícias e O Globo. Cavalcanti fundou a Associação de Críticos de Cinema do Rio. O jornalista escreveu vários livros, entre eles História Ilustrada do Cinema Brasileiro, que deve ser relançado, e outros dois ainda inéditos.

 



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