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História/Fotografia

Cem Anos Luz
Estação da Luz ganha livro e faz cem anos esperando por obras de restauro

Paula Alzugaray

Divulgação
Divulgação
A trajetória da Estação da Luz, um dos exemplos mais significativos de arquitetura em ferro do Brasil: acima, a plataforma em 1916. À esq., o edifício em foto atual. À dir., detalhe do projeto da torre, em desenho
do engenheiro inglês James Ford

Quando foi inaugurada em 1º de março de 1901, a Estação da Luz ganhou uma cobertura tímida da imprensa. Cem anos depois de construída, no entanto — quando a população de São Paulo assiste resignada ao abandono e destruição de grande parte de seus edifícios históricos e à deterioração de seus entornos —, um dos mais importantes monumentos ferroviários do País ganha uma importante comemoração de centenário. Além de contar a história do monumento ainda em atividade, o livro Cem Anos Luz – editado pela Dialeto, empresa especializada em documentários sobre a memória cultural e ambiental da América Latina – lança um apelo pela necessidade de obras de restauro e ampliação da Estação. Com fotos de Eduardo Albarello – que há quase 30 anos registra temas urbanos – e textos do arquiteto especializado em restauração Antonio Soukef Junior e da museóloga Maria Inês Dias Mazzoco, Cem Anos Luz começa situando o leitor no contexto econômico que levou o Estado de São Paulo a desenvolver sua rede ferroviária a partir de 1850. Conta como Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá, e sua São Paulo Railway Company ganharam a concessão para a exploração do trecho Santos-Jundiaí e a epopéia da construção da ferrovia desafiando os 793 metros de altura da Serra do Mar.

Antes de chegar à história da Estação, o livro passa também pelo bairro da Luz – desde o século 17 local de feiras e hoje um complexo de edifícios, que inclui a Pinacoteca do Estado e o Museu de Arte Sacra, cercado pela “cracolândia”. Cem Anos Luz, que tem patrocínio da construtora Camargo Corrêa e apoio cultural da Editora Três, estará disponível nas livrarias a partir de janeiro de 2001. Impulsionada pela iniciativa privada e pela Secretaria de Estado da Cultura, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos tem planos de iniciar a restauração da Luz até dezembro deste ano. Restauração já

 

 

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