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Ana Carolina

Alessandro Giannini

Divulgação
No set: de volta, após dez anos

Após dez anos longe das telas, a diretora Ana Carolina volta à cena com Amélia. Como documentarista, Ana dirigiu em 1974 um longa sobre Getúlio Vargas. Depois, realizou seu projeto mais ambicioso: uma trilogia sobre a mulher, formada por Mar de Rosas (1977), Das Tripas Coração (1982) e Sonho de Valsa (1988).

Era sua intenção retratar uma época em Amélia?
Naquele momento, era muito difundida a idéia do mito, da personalidade cosmopolita. A Sarah Bernhardt era isso: uma figura conhecida mundialmente. Hoje não existe uma pessoa tão representativa de outra cultura. A globalização acabou com esse conceito. Acho que nem a Madonna causa tanto furor quanto causava antigamente.

Você pesquisou muito?
Nem relei o dedo na biografia de Sarah Bernhardt. Foi tudo criado da minha cabeça. Tudo o que eu sabia é que ela veio ao Brasil em 1905, se trancou no Teatro Municipal do Rio e quebrou o tornozelo durante uma apresentação. Eu estava interessada exclusivamente na idéia do mito. O mito tem a vantagem de voar sozinho. É só soltar e ele cria asas.

Já tem novos projetos em vista?
Estou planejando um curta documentário sobre o Gregório de Matos. Adoro ele.

 

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