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Drama

Paixões Paralelas
História fraca contribui para a má reputação de Demi Moore

Ramiro Zwetsch

Divulgação
Skarsgard e Demi em ação: envolvimentos reais e imaginários

Ainda não foi desta vez que Demi Moore reverteu o estigma que a persegue desde o criticado Striptease (1996). Depois de interpretar a stripper Erin sob a direção de Andrew Bergman, ela só encarnou papéis em filmes de bilheteria razoável e sempre mal recebidos pela crítica. Em Paixões Paralelas, que estréia em território nacional na sexta 25, a atriz interpreta a protagonista, uma mulher que confunde os sonhos com a realidade.

A personagem de Demi tem dupla personalidade. Em uma, chama-se Marie, mãe viúva de duas filhas, que mora no interior da França. Na outra, chama-se Marty e é agente literária em Nova York. Em ambas, esforça-se para distinguir o que é real daquilo que não passa de manifestação do inconsciente. O diretor Alain Berliner (Minha Vida em Cor-de-Rosa) faz a dúvida dela inquietar também o espectador. É com os parceiros amorosos, um deles real e o outro fictício, vividos por Stellan Skarsgard (Gênio Indomável) e William Fichtner (Armageddon), que Marty/Marie encontra o conforto e a perspectiva de uma solução psicológica.

No fim das contas, Demi Moore é quem menos compromete em Paixões Paralelas. Com boa interpretação, ela oferece mais do que a sensualidade costumeira. O que derruba o filme é a própria história, que não se segura e despenca definitivamente no final. A crise de personalidade que sustenta toda a trama se esvazia em resoluções triviais e previsíveis. Queda livre

 

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