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Da telinha para a telona
A atriz Ludmila Dayer faz curso supletivo e consegue tempo para gravar Malhação e voltar para o cinema no filme Memorial de Maria Moura

Vivianne Cohen

Leandro Pimentel
“Apesar de pequena, descobri antes dos 10 anos que queria ser atriz”, diz

Ela brilhou aos 10 anos no filme Carlota Joaquina e hoje é uma das campeãs de cartas de fãs do elenco de Malhação, da Rede Globo. Responde a mais de 200 por mês. E agora se prepara para mais uma empreitada. Em setembro, Ludmila Dayer, 17 anos, voltará aos sets de filmagem, no elenco de Memorial de Maria Moura. Para conciliar as gravações do seriado jovem com o novo trabalho, ela se transferiu para o curso supletivo do Colégio Bahiense, onde está matriculada no segundo ano do Ensino Médio. Por isso, não precisa mais ir à escola todos os dias. “Faço tudo com o aval da minha mãe, minha melhor amiga”, diz.

Filha única de pais separados, Ludmila recebeu carta branca da mãe, a advogada Rosane Dayer, 39 anos. Mas desde adolescente enfrenta agruras para conciliar a vida escolar com a profissional. Sua estréia aos dez anos em Carlota Joaquina aconteceu após convite da diretora, Carla Camurati, que a viu em um vídeo de dança espanhola. “Descobri logo que queria ser atriz.” O despertar pela carreira teve início quando ela participou de peças de teatro infantil no colégio onde estudava, o Imaculada Conceição, em Botafogo, na zona sul do Rio.

Em seus sete anos de carreira, a atriz acumula dois prêmios em seu currículo: o de atriz-mirim revelação conferido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1996, por sua atuação no filme Carlota Joaquina, e o de melhor atriz coadjuvante no Festival de Brasília, em 1998, por seu papel no longa-metragem Traição. Dali para a tevê foi um pulo. Depois de atuar em Xica da Silva, na extinta TV Manchete, ela se transferiu para a Globo, onde fez Corpo Dourado.

 

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