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Esporte

No páreo das duas rodas
Alexandre Barros paga para correr, está em 6º lugar no Mundial de Motovelocidade e vê chance de ser campeão

Gustavo Maia

Piti Reali

No domingo 20, Alexandre Barros, 29 anos, correrá a 11ª etapa do Mundial de Motovelocidade, na República Tcheca. Quando acelerar sua Honda, o piloto sentirá pela primeira vez o gostinho de estar no páreo pela conquista do título, no final do ano. Em 7 anos de disputa da categoria 500 cilindradas, colecionava apenas uma vitória, em 1993. Mas, na temporada 2000, ganhou as etapas da Holanda e Alemanha, esta última no dia 23 de julho. Em sexto lugar na classificação geral, com 106 pontos, Barros vive sua melhor fase. Mas, por pouco, ele não ficou a pé, devido aos insucessos dos últimos campeonatos.

O contrato com a escuderia Emerson Honda Pons foi acertado em janeiro, uma semana antes da estréia. Sua vontade de vencer é tanta que, pela primeira vez, está pagando para correr. Ele não receberá um tostão. “Eu ainda coloco dinheiro”, desabafa, sem revelar o valor das despesas.

O início da temporada foi complicado. Na segunda corrida, na Malásia, Barros caiu e fraturou duas costelas. O piloto se empenhou como nunca para suprir as dificuldades de correr numa equipe mediana. “Minha moto é como uma Jordan”, afirma, comparando com o carro da F-1, pouco competitivo. O maior incentivo vem da família. “Nós aprendemos muito depois dos momentos difíceis.” O resultado na Alemanha foi comemorado posteriormente na sua casa em Alphaville, em São Paulo. É ali que a mulher Patrícia e os filhos Marina, Yasmin e Lucas matam a saudade do País. A família mora em Barcelona, na Espanha.

Alexandre Barros tinha 7 anos quando disputou sua primeira prova. Venceu. “Deixei para trás garotos de 13 anos”, relembra. Prodígio, foi para a Europa aos 15 anos, disputar a categoria 80 cilindradas. E não voltou mais. “Eu chorava de saudades”, conta o piloto. Quase quinze anos mais tarde, ele está determinado a vencer. “Vou chegar lá”, promete.

 

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