CAPA
 ÍNDICE
 BASTIDORES
 ENTREVISTA
 URGENTE
 IMAGENS DA  SEMANA
 DIVERSÃO & ARTE
 MODA
 AGITO
 ACONTECEU
 TRIBUTO
 CELEBRIDADE
 TESTEMUNHAS DO  SÉCULO 
 EXCLUSIVAS
 INTERNET
 CLICK
 BUSCA

Capa

Boninho, diretor de No Limite, na trilha do pai

Boninho: volta por cima
com o sucesso de No Limite

Filho de uma das maiores autoridades da televisão brasileira, José Bonifácio Brasil de Oliveira, 38 anos, entrou para o mundo da tevê quando ainda era menino, mais precisamente aos 13 anos, quando começou a ajudar o pai, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, 64, a editar programas na Rede Globo.

Hoje, comanda a atração de maior audiência da televisão brasileira nos últimos anos, o polêmico No Limite, exibido nas noites de domingo, na Globo. Antes de se transformar em um dos diretores de núcleo da emissora, Boninho – como é conhecido profissionalmente – teve que engolir comentários por ser filho de um dos homens mais poderosos da emissora de Roberto Marinho. Foi cobrado em dobro pelas pessoas com quem trabalhava. “Muita gente, com medo de ganhar a fama de puxa-saco, o cobrava em dobro”, atesta Boni.

Boninho enfrentou também o rigor excessivo do pai, que sempre o estimulou a seguir seu próprio caminho, sem nenhuma interferência. “Sempre o tratei como um funcionário”, garante Boni. Tanto rigor fez com que o diretor tivesse que superar obstáculos comuns a qualquer anônimo.

Antes de se transferir para a Globo, chegou até a trabalhar como DJ na Rádio Excelsior, em São Paulo. Já na emissora da família Marinho, comandou programas como TV Colosso e esteve à frente de várias atrações musicais, como o show dos Rolling Stones, especiais de fim de ano, musicais para o Fantástico e o programa de Angélica. Desde a estréia do No Limite, o diretor, que estava em baixa ultimamente, caiu nas graças da direção. “Há muito tempo ele não dava um chute tão certeiro, fez um golaço”, diz um diretor da emissora. A tentativa de fazer gols vem perseguindo Boninho. Há pouco mais de um ano, ele já apresentara um projeto semelhante ao No Limite, mas a idéia não foi levada adiante pela direção da Globo.

(Rosângela Honor)

 

 

Leia Também

Vitória dos Senna

Boninho, diretor de No Limite, na trilha do pai

Zeca Camargo dá o pulo do gato

Um casal modelo

No páreo das duas rodas

Estrela sem adereços

Dona Marlene e seus dois maridos

No ritmo do pop brasileiro

Dublês de auditório

Nicéa arregaça as mangas

O caubói magnata

Da telinha para a telona

A volta por cima de Mateus Carrieri



| ISTOÉ ONLINE | ISTOÉ | DINHEIRO | PLANETA |ÁGUA NA BOCA |EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
© Copyright 1996/2000 Editora Três