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Justiça

A volta do pagodeiro
Alexandre Pires divulga seu novo CD em São Paulo, mas evita falar sobre pedido de indenização de R$ 2,3 milhões pela morte do motoqueiro que atropelou

Edwin Paladino

Beto Tchernobilsky
“Testemunhas importantes serão ouvidas no próximo dia 16”, disse Antônio Caixeta Ribeiro, advogado do cantor

Com o novo CD do grupo Só Pra Contrariar, Bom Astral, nas lojas há um mês, e shows marcados para meados deste mês, o pagodeiro Alexandre Pires reaparece na mídia. Está tranqüilo, contido e humilde. Ao chegar para ensaio do show Criança Esperança, da Rede Globo, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, na sexta-feira, 29 de julho, ele foi assediado por um grupo de fãs.

Num elegante terno do estilista Ricardo Almeida, acenava e distribuía autógrafos. O cantor parou para atender a imprensa, mas não quis falar sobre o andamento do processo no qual é acusado de atropelar e matar o representante comercial José Alves Sobrinho, 36, em Uberlândia, Minas Gerais, na manhã do dia 6 de fevereiro. Foi um período de baixa na carreira do grupo, que não era convidado para os programas de televisão. Depois desta fase de recolhimento, Alexandre está de volta. “As fãs continuam nos dando a maior força, mesmo depois do acidente. O assédio não mudou em nada”, garante Fernando Pires, irmão do cantor.

INDENIZAÇÃO Mas, Alexandre ainda tem problema pela frente. Rosemeire Gomes de Brito, 32, mulher da vítima, pede uma indenização no valor de R$ 2 milhões e 300 mil por danos morais. “Esse valor foi calculado sobre o salário do meu marido que era de R$ 1.500”, explica Rosemeire. Estão previstas para o mês de agosto, em Uberlândia, duas audiências na 1ª Vara Criminal da Cidade: uma no dia 9 para apresentar o valor da indenização e outra na metade do mês, dia 16, para mais uma etapa com testemunhas. Nesta última, o médico Paulo César Marinho Dias, que atendeu o cantor no dia do acidente, e o fazendeiro Ciony Rezende prestarão depoimento a favor do artista. “A palavra dessas testemunhas é muito importante”, diz Antônio Caixeta Ribeiro, advogado do cantor. Sobre a indenização, o vocalista do SPC não se pronunciou. “Disso eu não falo”, resumiu. Só comentou que está confiante e acredita no andamento da Justiça.

 

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