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Festa

Nos embalos de Ruth Escobar
Munida de um apito para guiar seus convidados, a produtora cultural recebe artistas e políticos em jantar para o presidente da Telecom de Portugal

Marianne Piemonte

Foto: Helcio Toth
Francisco Nabo com Ruth Escobar, que chamava o time de convidados
com um apito: eterna atriz

O buffet era de Toninho Mariutti. E o início dos trabalhos estava previsto para as 21hs da quinta-feira 27. Mas como era de Portugal (e não da Inglaterra) o homenageado da noite, nem mesmo ele, o presidente da Telecom portuguesa, Francisco Murteiro Nabo, chegou com a pontualidade britânica esperada pela anfitriã Ruth Escobar. “No Brasil é sempre assim. A gente marcas às nove e as pessoas só chegam depois das dez”, dizia.

Apesar da agitação da produtora cultural, aos poucos, por volta das 22h30, os cerca de 80 convidados iam chegando à residência no bairro do Pacaembu, em São Paulo. Entre obras de Aguillar e Julio Pomar, expostas nas três salas destinadas à confraternização, amigos como o ministro-chefe da Casa Civil, Clóvis Carvalho, e os secretários estaduais André Franco Montoro (Planejamento) e José Aníbal (Ciência e Tecnologia), comentavam as últimas de Brasília. “Lá vem você fazer confusão!”, saudou Clóvis Carvalho com bom-humor à chegada do jornalista da Rede Globo, Chico Pinheiro. Sem perder a chance da piada, Pinheiro rebateu: “Eu não! Está parecendo o Celso Pitta que diz que somos nós os jornalistas que fazemos confusão.”

Filantropia e arte também foram assuntos recorrentes numa noite em que papeavam juntos a galerista Renée Behar, o presidente da Associação Brasil 500 Anos, Edemar Cid Ferreira, e o editor Pedro Paulo de Sena Madureira. Amiga pessoal de Ruth Escobar, a atriz Regina Braga comentava ao lado do marido, o oncologista e escritor Drauzio Varella, seu planos de voltar ao teatro. “Acabo de ganhar um texto de uma amiga escrito especialmente para mim”, dizia.

As rodinhas de papo foram subitamente interrompidas às 23hs por um sonoro apito. Era Ruth Escobar, eterna atriz, fazendo sua performance e chamando, ao melhor estilo treinadora de futebol, o time de seletos convidados para o jantar. Foi servido um pato com molho de olivas, risoto de camarão, salada toscana e um pot-pourri de grão, feito com arroz selvagem, lentilha e trigo. Para a sobremesa, a homenagem gastronômica da noite: o doce português Dom Rodrigo, feito de ovos e amêndoas.

Quem não saboreou os pratos foi a atriz Beatriz Segall. Vinda direto de seu espetáculo Estórias Roubadas, elogiou um dos bibelôs da casa, sorriu apenas para a anfitriã, passou menos de 30 minutos entre os convidados e foi embora. Mal-estar pouco notado, já que logo em seguida, Patrícia Escobar, filha de Ruth, tratou de animar o fim da festa. Num “sarau” improvisado, ao lado de um tecladista e um saxofonista, cantou um fado. Presente de primeira para Francisco Murteiro Nabo, que foi embora do Brasil no dia seguinte.

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