CAPA
 ÍNDICE
 BASTIDORES
 ENTREVISTA
 URGENTE
 QUEM SOU EU?
 IMAGENS DA  SEMANA
 DIVERSÃO & ARTE
 MODA
 AGITO
 ACONTECEU
 TRIBUTO
 CELEBRIDADE
 TESTEMUNHAS DO  SÉCULO 
 EXCLUSIVAS
 INTERNET
 CLICK
 BUSCA

Carreira

Em alto e bom som
Talma de Freitas, atriz que vive a empregada de Vera Fischer em Laços de Família, investe na vocação de cantora

Rosangela Honor

André Durão
“Sou uma negra atípica, não sofri por racismo e sim por não ter dinheiro em algumas fases da vida”, diz Talma

Quando era menina, Talma de Freitas, 26 anos, sonhava tornar-se uma estrela de filmes musicais. Nada mais natural para ela, que cresceu cercada por músicos de primeiríssimo time. Seu pai, o arranjador e maestro Laércio de Freitas, promovia ensaios de orquestra na sala de sua casa, no Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro. Aos 17 anos, parte de seu desejo se tornou realidade, quando ela começou a fazer shows como cantora em bares de São Paulo. Depois, pôde exercer o lado de atriz, ao estrear na tevê, na novela Vira-Lata. Hoje, ela é Zilda, a despachada e charmosa empregada de Helena, personagem de Vera Fisher, na novela Laços de Família.

Daqui para frente, a atriz e cantora pretende conciliar as duas carreiras, como fez em Hair, em 1993, apresentado em várias capitais. Mas ela mesma acredita que faz mais sucesso com a voz. “Canto melhor do que represento”, diz Talma, que estudou canto e lançou um disco de música brasileira pela Sony. Agora ela se apresenta na noite carioca em bares como o Copérnico, na zona sul do Rio. Em seu repertório, além de músicas inéditas, há composições de Paulinho Moska, seu Jorge do Farofa Carioca e Adriana Calcanhoto.

Talma mudou-se aos 6 anos com os pais, o músico Laércio e a produtora musical Piki de Freitas, para São Paulo. Quando a família já vivia uma situação financeira confortável foi viver em uma mansão no bairro do Pacaembu. Lá, ela cansou de ser confundida com a empregada. “Quando eu atendia a porta, sempre me pediam para chamar a patroa, não sei se por preconceito, ou se porque eu era toda largadona mesmo”, lembra. Mas o episódio, para ela, é coisa do passado. “Sou uma negra atípica, não sofri por racismo e sim por não ter dinheiro em algumas fases da vida”, afirma.


Solteira, a atriz e cantora, que cresceu ouvindo a mãe dizer que ela era bonita, se considera apenas um “tipo legal”. E conta que aprendeu a explorar o que tem de interessante. “quando vou fotografar, capricho no bocão”, diverte-se.

 

Leia Também

Em alto e bom som

Ana Paula Padrão: o desafio da repórter

A princesa do bambolê

Brincando com a lei

Com cara e coragem

Elza com pique total

Na idade da razão

Susto na madrugada

Nos embalos de Ruth Escobar

A volta do pagodeiro

 

ENQUETE
Quem é o maior ídolo do esporte no Brasil hoje?
Guga
Ronaldinho
Rubinho

EDIÇÕES
ANTERIORES

ESPECIAIS
MULTIMÍDIA
BATE PAPO
ASSINATURAS
EXPEDIENTE
PUBLICIDADE
FALE
CONOSCO
ASSINE A NEWSLETTER


| ISTOÉ ONLINE | ISTOÉ | DINHEIRO | PLANETA |ÁGUA NA BOCA |EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
© Copyright 1996/2000 Editora Três